Caso ocorreu em Gana, onde enterros criativos viraram moda
Gana é conhecida como o país que realiza os enterros "mais criativos" do mundo. Quem não se lembra do meme dos dançarinos de funeral, com aquela música tecno que grudava na cabeça? Eles costumam ser contratados por parentes do morto para carregar o caixão e animar o momento solene. Mas o mercado vai muito além desse grupo descolado.
Funerárias do país africano oferecem um catálogo bem variado de opções para enterros diferentões.
O mais recente a viralizar foi a despedida de um taxista ganês em Accra, a capital, após ele morrer num acidente de trânsito. No velório, o cadáver foi posto sentado, com as mãos ao volante de um caixão talhado na forma de táxi, como se estivesse trabalhando ainda. O produto continha um dispositivo que fazia o "táxi" girar, parecido com um brinquedo de criança.
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No país situado no Golfo da Guiné, muitas funerárias se especializaram em oferecer aos clientes caixões que remetem às profissões dos mortos ou ao seu nível social. Ataúdes em forma de sapato, de avião, de celular ou de peixe estão se tornando cada vez mais comuns e custam, em média, cerca de R$ 10 mil.
Os modelos fúnebres vão desde um par gigantesco de tênis da Nike a uma miniatura de um avião da Ghana Airways:
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Fotos: Reporodução
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"Os caixões geralmente representam a profissão ou a posição social que o falecido ocupava na sua comunidade; por exemplo, um agricultor de cacau será enterrado numa semente de cacau", explicou Eric Adjetey, terceira geração de uma família de artesãos ganenses que produz caixões inusitados.
Fonte: Extra