Por Xico Nery, correspodente do "PORTAL DO ZACARIAS" no interior do Amazonas - Quem foi aos camarotes VIP (Very Important People) da 31ª Edição do Festival de Praia do município de Lábrea nos três dias de festas aguardou por uma verdadeira apoteose do artista em estilo igual oferecido por cantores artistas e artesãos dos bois-bumbás (Garantido e Caprichoso) de Parintins.
- Isso não aconteceu, disseram a parte maior de turistas visitantes e moradores de outras cidades dos municípios dos Rios Madeira e Purus.
Não foi dessa vez que políticos de plantão, empresários, comerciantes, turistas e visitantes, além do povo nativo da "Satã Terrinha de Lábrea" não desfrutaram do show de Wesley Safadão que teria sido cancelado ainda no último sábado (2/09), revelaram pessoas envoltas na coleta de material e produtos da floresta para efeitos dos camarotes VIP, barracas e áreas externas de acesso ao local onde o show se realizaria.
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A maior frustração sob a coordenação do evento entregue este ano ao secretário de Educação, o servidor cedido a Prefeitura com ônus para o Tribunal de Justiça (TJAM), Jesus Batista de Souza, foi a suspensão do show do último domingo (3/09), previsto para as 13 horas, momentos antes da escolha da "Garota e Garoto Festa do Sol 2023".
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Segundo dados colhidos durante o curso do evento nos bastidores dos "Camarotes VIP" sob a gerência direta do prefeito Gean Barros, "a atração seria a de abrir espaço aos políticos patrocinadores da atual gestão Átila Lins (PSD), George Lins, ao senador Eduardo Braga (MDB) e ao candidato à sucessão do prefeito de Lábrea Gean Barros e o vice-prefeito Moacyr Canizo de Brito Filho.
Outras fontes informaram ainda, que já no sábado (2/09), Jesus Batista de Souza teria sido avisado do cancelamento do show, e que ele teria "guardado a informação só pra ele, segundo informações "para não estragar de vez, a grande festa".
Ainda no dia 02/09, teria tomado conta do "Grupo VIP" sob Jesus Batista de Souza "uma profunda crise de desespero pessoal", pelo fato dele ter trabalhado de Sol a Sol na organização do evento, "tipo um robô virado no Samurai". Segundo informações de dentro da Semed e Semuc, "Jesus Batista pretendia frear o avanço da pré-candidatura do Vice-prefeito Moacyr Canizo Filho, lançado, oficialmente, em viagens pelo prefeito Gean Barros durante a abertura do calendário escolar da rede escolar para o Médio Rio Purus.
Nesse vai-e-vem de desculpas para o cancelamento do show de Safadão, os comentários dão conta de que "alguém estaria escondendo a verdadeira versão sobre o contrato do cantor em Lábrea".
Segundo informações repassadas ao "PORTAL DO ZACARIAS", "Batista que é o dono dos cofres da Educação e Cultura da Prefeitura, foi quem mais sofreu os maiores baque, pois, pretendia faturar politicamente com fotos com o cantor em cima do palco".
Num rápido giro pelos bastidores da política labrense foi possível anotar ainda que há dois dias antes do show, Safadão teria exigido voar direto de Natal (RN) a Porto Velho (RO), e depois a Lábrea também em voo direto. Numa suposta readequação do contrato com o cantor "agentes diretos do prefeito Gean Barros não teriam cedido" o que teria ocasionado o cancelamento.
-Muita gente desconfia da nota divulgada da assessoria do cartório alegando em cima hora a situação de "forte crise de ansiedade", se o cantor se apresentou normalmente na cidade de Natal, inclusive, com ingressos esgotados.
ECONOMIA IMPACTADA
Prováveis prejuízos por causa da suspensão do show de Wesley Safadão a economia local foi animada entre pequenos e médios comerciantes da cidade, a 852 quilômetros da Capital Manaus.
Trata-se de um provável "grande baque" na lucratividade esperada por parte da rede hoteleira que teria sido obrigada, também a reduzir o preço das diárias. O impacto maior, segundo estimativa de um influencer da cidade de Humaitá "os hotéis lotaram com preços mais em conta".
Apesar da cidade de Lábrea competir em condições inferiores a vizinha Humaitá, a 151 quilômetros uma da outra.
Lábrea governada ao menos 15 anos pelo mesmo grupo político "não tem um Centro de Atendimento ao Turista (CAT), em Agência econômica capaz de medir o fluxo e reflexo da entrada e saída de capitais e de pessoas interessados em investir na região.
Ao contarem potenciais prejuízos a partir da redução da lucratividade esperada pela rede hoteleira e de alimentação por parte de um público mais exigente, funcionários da Educação e Cultura revelaram sob segredo que "ao redor de Humaitá há muitos eventos daqueles que a prefeitura investe o ano inteiro como as festas agropecuárias e da Padroeira da Cidade da Terra da Mangada.
Segundo essas pessoas, "as fontes financeiras para eventos do calendário artístico, cívico e religioso neopentecostal, o dinheiro só sai da Educação e Cultura".
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Muito diferente das cidades vizinhas, como também do Festival dos Bumbas de Parintins que viram verdadeiras empresas, arremataram fontes.