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Cármen Lúcia mantém prisão de padre investigado por desvios em hospital de João Pessoa
Foto: Antonio Augusto

Na decisão, afirmou que não há ilegalidade que justifique a revogação da medida

A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou um pedido para revogar a prisão de Egídio de Carvalho Neto, conhecido como Padre Egídio, acusado de fazer parte de um esquema de desvio de verbas do Instituto São José, do Hospital Padre Zé e da Ação Social Arquidiocesana, em João Pessoa (PB).

 

De acordo com a denúncia do Ministério Público da Paraíba, os recursos públicos que deveriam ser destinados ao funcionamento do hospital eram supostamente desviados por Egídio.

 

Na decisão, a ministra Cármen Lúcia afirmou que não há ilegalidade que justifique a revogação da medida e citou que o tribunal alertou pela gravidade pois se trata do presidente de entidade filantrópica investigado por diversos delitos.

 

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"Pelas circunstâncias do ato praticado e com os fundamentos apresentados pelo juízo de origem, de se concluir não haver comprovação de teratologia ou ilegalidade na decisão pela qual imposta a prisão cautelar", disse a ministra. Quanto ao pedido de prisão domiciliar, a ministra afirmou que como não foi analisadopelas instâncias anteriores, o STF "não deve se manifestar a respeito".

 

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O pedido foi apresentado pela defesa dele contra decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que manteve a prisão. Ao STF, a defesa alega que o padre está afastado de suas funções e que os bens encontrados durante as investigações, dentre eles, imóveis, estão bloqueados. 

 

Fonte: R7

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