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Carnaval 2025: postos de musa e rainha de bateria chegam a ser vendidos por R$ 1 milhão no Rio
Foto: Reprodução

Não é nenhuma novidade que os postos de musa e rainha de bateria na maioria das escolas de samba do Rio têm um preço. Às portas do carnaval de 2025 eles continuam sendo negociados aqui e ali, nos bastidores, sob a cortina de fumaça de nomes famosos atrelados a algumas agremiações. E quem está hoje, pode acordar e não estar amanhã.

 

Foi o caso de Andrea de Andrade, que, de uma hora para outra, foi dispensada da Vila Isabel, abrindo caminho para quem podia bancar os R$ 150 mil pedidos pela Azul e Branca. No caso, Monique Rizzeto, anunciada recentemente como a mais nova integrante do desfile.

 

A escola que tem Sabrina Sato como rainha de bateria lidera o ranking de “vaga” mais caro do carnaval. Depois dela vem a Portela, onde uma musa tem que desembolsar R$ 100 mil para brilhar na Avenida. Dependendo da ala (e do poder aquisitivo da candidata ao posto) a Mangueira também chega a cobrar R$ 100 mil, mas a maioria das musas garante a folia por R$ 50 mil.

 

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Tati Barbieri e o marido, o empresário Roman Shakal — Foto: Instagram

 

No Salgueiro, o sonho de ser musa gira em torno de R$ 80 mil. Mas há casos, como o da socialite Tati Barbieri, em que este número pode ser dez vezes maior. A moça, casada com um milionário russo, pagou cerca de R$ 1 milhão à escola tijucana para estrear no carnaval carioca este ano. Hoje ela é madrinha da comissão de frente, ajudou a reformar a sala de ensaios e é também a embaixadora do camarote do Salgueiro na Sapucaí.

 

Os valores se repetem ainda na Unidos da Tijuca. E não basta pagar para sair. Todas as musas têm que arcar com a própria fantasia, além dos looks dos ensaios técnicos e de quadra. As escolas que ficam de fora desse “comércio paralelo” são Beija-Flor, Imperatriz Leopoldinense, Mocidade, Viradouro, Tuiuti e Grande Rio.

 

A escola de Caxias paga, na maioria das vezes, pelas fantasias das famosas (ou não) que desfilam com ela. Mas só entra quem for convidada ou tiver a aprovação do presidente de honra Jayder Soares.

 

Rafa Kalimann, musa da Imperatriz; Paolla Oliveira, rainha de bateria da Grande Rio; e Erika Januza, rainha de bateria da Viradouro — Foto: Fotos de Alexandre Cassiano, Hermes de Paula e Guito Moreto

Fotos:Reprodução

 

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Por conta disso, muitas mulheres que almejam ter visibilidade no carnaval têm optado por negociar cargos mais baratos na Série Ouro. Desfilar à frente de uma bateria no chamado segundo grupo pode ser negociado pelo mesmo valor de um cargo de musa no Especial, em que para ser rainha a conversa começa nos R$ 500 mil.

 

Fonte: Extra

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