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Carro novo mais barato do Brasil custa menos de R$ 60 mil após anúncio do governo
Foto: Reprodução

Renault Kwid passa a custar R$ 58.990 depois da publicação da Medida Provisória que quer voltar com o carro popular

Horas depois do governo publicar a Medida Provisória que dará descontos aos carros populares, o carro mais barato do Brasil, o Renault Kwid, ficou R$ 10 mil mais barato e agora parte de R$ 58.990 na versão Zen. Além da redução de R$ 8 mil anunciada pelo governo, a fabricante deu um bônus para aumentar o abatimento.

 

Vale lembrar que o Kwid custava R$ 68.990, mesmo preço do Fiat Mobi, que também terá desconto, mas ainda não foi anunciado. A fabricante de Betim (MG) afirma que está estudando o pacote do governo para anunciar os abatimentos em sua gama de veículos.

 

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Sob o capô, o subcompacto da Renault é equipado com motor de três cilindros 1.0 que produz 71 cv e 10 kgfm. O câmbio é manual de cinco marchas. De acordo com o Inmetro, esse conjunto faz médias de 10,8 km/l na cidade e 11 km/l na estrada com etanol e 15,3 km/l na cidade e 15,7 km/l na estrada com gasolina.

 

O pequenino francês é o segundo menor carro do Brasil, com 3,68 m de comprimento. São 1,57 m de largura, 1,47 de altura e entre-eixos de 2,42 m. Já o porta-malas tem 290 litros de capacidade.

 

EQUIPAMENTO DE SÉRIE 


O Kwid Zen oferece bons equipamentos de série: ar-condicionado, quadro de instrumentos de LED, vidros dianteiros elétricos, rádio, Bluetooth, entrada USB, sistema start-stop, DRLs de LED, quatro airbags, controle de estabilidade e tração, monitoramento de pressão dos pneus, controle de estabilidade e assistente de partida em rampa.

 

A central multimídia de 8", função econômetro e entrada USB passam a equipar o Renault a partir da versão intermediária Intense.

 

PLANO DO GOVERNO


O governo federal anunciou na última segunda-feira (5) como funcionará o programa de incentivo à indústria automotiva. A expectativa, segundo o vice-presidente Geraldo Alckmin, é que os carros mais em conta tenham descontos de até R$ 8 mil sem baixar os impostos dos veículos.

 

Para pagar essa conta, o governo decidiu antecipar a reoneração do imposto sobre o diesel. Assim, em vez de aumentar os tributos em R$ 0,35 por litro apenas em 1º de janeiro de 2024, haverá um reajuste de R$ 0,11 por litro daqui a 90 dias para subsidiar a concessão de créditos tributários aos fabricantes de carros.

 

Segundo o governo, o crédito total é de R$ 1,5 bilhão, sendo R$ 500 milhões para carros populares, R$ 700 milhões para caminhões e R$ 300 milhões para vans e ônibus. Quando o crédito esgotar, o programa será encerrado.

 

Segundo Alckmin, os critérios para a contemplação dos créditos que variam entre R$ 2 mil e R$ 8 mil no preço final do veículo são os mesmos da antiga proposta:

 

preço (quanto menor, maior o desconto);


eficiência energética (quanto mais sustentável, maior o desconto);


densidade industrial (quanto maior o volume de peças nacionais, maior o desconto).

 

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Fonte: G1
 

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