Aurora da Silva Rodrigues, de 59 anos, e Eraldo Rodrigues, de 60 anos
Um casal do Rio de Janeiro está desaparecido na região do Atacama, no Chile, desde o último domingo. Aurora da Silva Rodrigues, de 59 anos, e Eraldo Rodrigues, de 60 anos, saíram de carro de Resende com o plano de cruzar a Argentina e chegar na cidade de Copiacó. Segundo apurações do EXTRA, familiares relataram que o casal é experiente em viagens e não deixaria de dar notícias sem algum motivo relevante.
— Foi uma viagem a passeio. Eles saíram de Resende com a intenção de atravessar a Argentina, Chile e depois retornar ao Brasil de carro. Eles passaram na fronteira com a Argentina no dia 14, pela fronteira de Jama, e chegaram em Copiacó. A última informação que tivemos foi no dia 18, quando eles chegaram em Copiacó — disse Cintia, nora do casal.
De acordo com os familiares, o casal se comunicava diariamente com através de um grupo. A rotina de viagem incluia o envio de fotos, localizações, descrição da rotina e planejamento do que fariam naquele dia. No último domingo, Cintia e Raphael, filho de Eraldo e Aurora, enviaram uma mensagem de bom dia, mas não tiveram mais retorno.
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— Conseguimos acessar o computador da minha sogra e a última localização foi em Copiacó, no hotel em que eles dormiram, mas há o registro de saída no domingo de manhã. Eles viajam bastante, fazem isso há anos, não foi uma situação nova para eles. Meu sogro é bem experiente, se preocupa muito com a segurança na viagem.O planejamento, depois de Copiacó, era seguir a Rota 31 até Paso San Francisco, onde retornariam ao Brasil — afirmou Cintia.
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A família contou que não se preocupou nos primeiros dias sem contato, já que muitas áreas por onde o casal passaria não têm cobertura de sinal do celular. Mas, com o passar do tempo, Cintia e Raphael perceberam que havia algo errado, acionaram as autoridades e decidiram embarcar para o Chile para fazer as buscas por conta própria.
— Na terça-feira começamos a nos preocupar e acionamos as autoridades. Já ligamos para a polícia local, hospitais e consulados. Agora estamos aqui, contando com a ajuda dos carabineiros da polícia local, e fazendo buscas por conta própria. Fizemos todas as partes burocráticas, e ontem decidimos ir para as redes sociais pedir ajuda. Não vamos descansar enquanto não encontrar eles. É complicado, desesperador, estamos trabalhando no escuro. As coisas são devagar para quem está passando por isso — desabafou Cintia.
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Fotos: Reprodução
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O EXTRA aguarda retorno do Itamaraty e da polícia local sobre os procedimentos de busca pelo casal.
Fonte: Extra