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Caso Abin: governo Lula dispensa investigados de cargos de confiança
Foto: Reprodução

Investigados no caso Abin, Carlos Afonso Coelho e Marcelo Bormevet foram dispensados de cargos de confiança que ocupavam no governo Lula

O governo Lula dispensou, nesta sexta-feira (26/1), ao menos dois investigados no esquema de espionagem ilegal da Abin que ainda ocupavam cargos de confiança na estrutura do Poder Executivo.

 

Foram dispensados o delegado Carlos Afonso Coelho, que ocupava cargo de coordenação na Polícia Federal e Marcelo Bormevet, que atuava como assessor na Subchefia Adjunta de Infraestrutura da Casa Civil.

 

As dispensas foram publicadas no Diário Oficial da União desta sexta. A medida atende decisão do ministro do STF Alexandre de Moraes, que ordenou afastamento dos investigados de funções públicas.

 

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A dispensa ocorre por serem servidores públicos ocupando cargos de confiança na estrutura do governo. Tantos Carlos Afonso quanto Bormevet são servidores de carreira da Polícia Federal.

 

CARGO DE CONFIANÇA

 

Como mostrou a coluna, Carlos Afonso ganhou o cargo de coordenador do Comando de Aviação Operacional da PF, cargo de confiança dentro da corporação, em outubro de 2023.

 

A designação foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) do dia 16 de outubro, já durante o governo Lula, com assinatura do secretário-executivo do Ministério da Justiça, Ricardo Cappelli.

 

Na investigação da PF, Carlos Afonso é apontado como um dos integrantes do “núcleo de alta gestão” da organização que se instalou na Abin para monitorar ilegalmente autoridades e outras pessoas.

 

Já Marcelo Bormevet estava na Casa Civil desde setembro de 2022, ainda durante a gestão Jair Bolsonaro, e não foi dispensado do cargo no início do governo Lula.

 

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Ele é apontado pela PF como parte do “núcleo subordinado” do esquema, que “serviam de ‘staff’ para a alta gestão (da Abin), cumprindo as determinações, monitorando alvos e produzindo relatórios”.

 

Fonte: Metropóles

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