Entre os aliados do deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), que fez um discurso transfóbico na tribuna do plenário no Dia da Mulher, circula um argumento que, acreditam, restringe a ação do Conselho de Ética contra o seu mandato.
Pelo menos três partidos – PSol, PDT e PSB – representaram contra o parlamentar no colegiado, que ainda não tem nomes indicados.
Arthur Lira criticou postura de Nikolas, que usou uma peruca para atacar as transsexuais, e o bloco que o apoiou terá 20 dos 21 titulares.
Veja também

Michele Bolsonaro posta fotos de encontro com primeira-dama dos Estados Unidos
Michelle afirma que Bolsonaro é 'imbrochável' e 'incomível'
Os defensores do deputado mineiro usam o caso de Daniel Silveira como exemplo de que cassá-lo será dose exagerada.
Por três acusações distintas, o ex-deputado teve seu mandato suspenso por um ano e um mês. Mas ele nunca cumpriu essa pena, que ocorreu na mesma época de sua prisão.
O entendimento é que Silveira fez algo mais gravoso que Nikolas e pegou a suspensão. Para o deputado mineiro, a direção do PL admite, no máximo, uma advertência, pena prevista no Código de Ética da Câmara.
Curtiu? Siga o PORTAL DO ZACARIAS no Facebook, Twitter e no Instagram
Entre no nosso Grupo de WhatApp e Telegram
Silveira foi condenado à suspensão pelas seguintes acusações: ter gravado e divulgado uma reunião interna da bancada de seu próprio partido; por ter divulgado um vídeo com duros ataques a ministros do STF e ter defendido o AI-5, o mais duro ato da ditadura; e ameaças que fez em vídeo aos manifestantes conhecidos como “antifascistas”, quando afirmou que podem levar um “tiro na caixa do peito”.
Fonte: Metrópoles