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Caso galerista americano: suspeito de encomendar crime teria sugerido ao matador que fosse morar na casa da vítima
Foto: Reprodução

Briga era travada com ex-marido por bens em processo de divórcio. Imóveis eram usados como pano de fundo para assassinato

O trágico destino do galerista americano Brent Fay Sikkema foi selado seis meses antes de seu assassinato. E envolveu, segundo investigação da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), uma oferta macabra ao autor do crime: viver na casa da vítima, justamente onde ela foi morta. Além disso, houve a promessa de pagamento de US$ 200 mil (cerca de R$ 1 milhão).

 

Essas informações foram passadas à Polícia Civil durante o depoimento do cubano Alejandro Triana Prevez, que confessou ter desferido 18 facadas em Brent, no dia 14 do mês passado.Segundo Alejandro, quem lhe encomendou o crime foi Daniel García Carrera, também nascido em Cuba e ex-marido de Brent.

 

Ele teria proposto que, depois do homicídio, o assassino passasse a morar na casa que o americano mantinha no Jardim Botânico, Zona Sul do Rio, justamente o local do crime. Para manter as aparências, ele fingiria ser um inocente caseiro.

 

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Alejandro, que foi preso em Minas Gerais quatro dias depois do homicídio, depois de ter passado por São Paulo, contou que Daniel estava tenso por conta de uma briga judicial com o ex-marido, com quem tinha um filho adolescente. Ele e o galerista se viam às voltas com um processo de divórcio em Nova York, nos Estados Unidos. Em disputa, US$ 6 milhões (R$ 30 milhões), valor exigido por Daniel para fazer um acordo e dar fim ao casamento.

 

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 Foto: Reprodução)

 

No último dia 10, a Justiça do Rio decretou a prisão preventiva de Daniel pelo assassinato e determinou a inclusão de seu nome na Difusão Vermelha da Interpol, um alerta mundial para a localização e a prisão de foragidos.

 

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Entre os bens em disputa estavam duas propriedades em Havana, capital de Cuba: uma mansão no Bosque, um bairro residencial situado na área da Plaza de la Revolución, e uma cobertura não muito longe dali, na Avenida de los Presidentes, também conhecida como Calle G. Juntos. Os dois imóveis são avaliados em US$ 3 milhões (cerca de R$ 15 milhões).

 

Fonte: Uol

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