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Caso Marielle: AGU pede remoção de fake news ligando suspeitos a Dino
Foto: Reprodução

Chiquinho e Domingos Brazão foram presos no último domingo por suspeita de envolvimento na morte da vereadora Marielle Franco

A Advocacia-Geral da União (AGU) solicitou, nessa quarta-feira (27/3), às plataformas digitais Facebook, X (antigo Twitter) e Kwai a remoção de publicações falsas que associam o ministro Flavio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), ao deputado federal Chiquinho Brazão (Sem partido-RJ) e a Domingos Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ).

 

Os irmãos Brazão foram presos no último domingo (24/3) por suspeita de envolvimento no assassinato da vereadora Marielle Franco (PSol-RJ) e do motorista Anderson Gomes.

 

Um vídeo que circula nas redes sociais mostra Dino ao lado do então governador eleito do Maranhão, Carlos Brandão (PSB). No entanto, a publicação afirma que a pessoa que estava com o ministro seria um dos suspeitos da morte de Marielle, o que não é verdade.

 

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A Procuradoria Nacional da União de Defesa da Democracia (PNDD) solicitou a remoção de 136 publicações com a desinformação, sendo 79 no Facebook, 40 no X e 17 no Kwai.

 

A AGU alerta que as postagem são classificadas como veiculação de conteúdo fraudulento e que falsificam a identidade de indivíduos. Dessa forma, o órgão pede que as publicações sejam removidas em um prazo de até 24h ou que sejam identificadas como informações falsas para os usuários.

 

O Metrópoles tentou contato com representantes do Facebook, Kwai e X, mas não obteve retorno. O espaço segue aberto.

 

O inquérito da Polícia Federal (PF) concluiu que os irmãos Domingos e Chiquinho Brazão foram os mandantes da morte da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, em março de 2018. Os dois teriam contratado o policial militar reformado Ronnie Lessa para cometer o crime.

 

A investigação aponta também a participação do delegado Rivaldo Barbosa, ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro.

 

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Dominguinhos, Chiquinho e Rivaldo foram presos no último domingo e seguem sob custódia em penitenciárias federais. 

 

Fonte: Metrópoles

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