Sinalização ocorreu antes de seu aliado no crime, Élcio de Queiroz, firmar seu acordo de colaboração o premiada
O ex-policial militar Ronnie Lessa, apontado como assassino da vereadora Marielle Franco, chegou a sinalizar interesse em fazer um acordo de delação premiada. A coluna apurou que, o gesto foi feito, no início do ano, diretamente por Lessa junto a membros da Secretaria da Polícia Civil do governo do Rio. A tratativa não avançou.
Segundo três fontes envolvidas diretamente no caso, Lessa teve uma conversa inicial, na qual chegou a prestar informações que envolveriam, inclusive, o suposto mandante do assassinato de Marielle e do motorista Anderson Gomes, na noite de 14 de março de 2018.
A sinalização da possibilidade de delação do ex-PM chegou ao governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, que determinou que a Polícia Civil do Estado levasse as declarações dadas por Ronnie Lessa ao Ministério Público do Rio, que tem Luciano Mattos como procurador-geral de Justiça. As conversas, no entanto, pararam por aí.
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A possibilidade de delação ocorreu antes de seu aliado no crime, o também ex-PM Elcio de Queiroz, firmar delação premiada com o Ministério Público do Rio de Janeiro e a Polícia Federal. Em seu depoimento revelado nesta segunda-feira,o Élcio confirmou que foi ele quem dirigiu o carro usado no ataque contra a vereadora e Lessa como autor dos disparos.
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Fonte: O Globo