Segundo jornal, a pira do Panteão da Pátria, em Brasília, está nesta situação desde julho por falta de gás
A pira do Panteão da Pátria, em Brasília, está apagada desde julho por falta de gás. De acordo com o jornal Folha de S. Paulo, o governo prepara uma licitação para a compra do gás liquefeito de petróleo (GLP) e prevê que fará o acendimento "em breve".
Construída em 1986, a pira do Panteão da Liberdade e da Democracia fica na Praça dos Três Poderes e foi projetada para representar a liberdade com a Independência do Brasil e a democracia. O monumento deveria manter o fogo aceso de forma ininterrupta como símbolo dos direitos conquistados.
Segundo o jornal, com o desligamento, a equipe responsável pelo monumento tem realizado serviços de manutenção. "A Subsecretaria do Patrimônio Cultural, da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF, realizará uma intervenção de manutenção na Pira da Pátria, que permanecerá fechada até que os serviços sejam concluídos", disse o subsecretário Felipe Ramón Rodríguez. Ele ainda contou que está sendo feita uma investigação de possível vazamento de gás no local.
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Essa é a terceira vez que a chama é apagada desde sua construção. A primeira foi em 2016, quando a Defesa Civil do Distrito Federal identificou um vazamento de gás. O governo do DF demorou dois anos para finalizar os ajustes no local. Já a segunda vez foi em 2023, por precaução, após os ataques às sedes dos Poderes em 8 de janeiro. O fogo foi aceso novamente no mês seguinte.
Ainda conforme o jornal, o Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria, em que estão listados os nomes de homens e mulheres fundamentais para a defesa ou construção do País, também sofre com problemas.
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Ele está desatualizado desde 2018 e não tem páginas para incluir o nome de quase 30 pessoas sancionadas pelos presidentes nos últimos anos. A Secretaria de Cultura do DF também prepara uma licitação para contratar um artesão para fazer as novas páginas do livro. O Terra entrou em contato com a Secretaria de Cultura do DF e aguarda retorno. O espaço está aberto para manifestações.
Fonte:Terra