As funcionárias do Núcleo de Humor da Globo que acusaram o humorista Marcius Melhem de assédio sexual contaram que o ambiente tóxico de trabalho criado por Melhem virou uma piada frequente entre elas.
“A gente zoava muito o Marcius por esses avanços em cima das regras de compliance”, relatou a roteirista Luciana Fregolente, que trabalhava com Melhem e era sua amiga desde a década de 1990.
Nesta sexta-feira (24/3), a coluna traz uma entrevista exclusiva com as mulheres que acusam Marcius Melhem de assédio sexual e moral.
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Pela primeira vez, um grupo de 11 pessoas, entre atores, roteiristas e diretores, todos integrantes atuais ou do passado da área de humor da TV Globo, contaram, pela primeira vez, como era tóxico o ambiente profissional liderado pelo humorista.
Fregolente contou que era comum na redação dos programas de humor alguém pegar o Código de Ética do Grupo Globo, atirar em Melhem e dizer em tom de brincadeira: “Vê se aprende”, em referência ao comportamento abusivo dele.
Fregolente explica também o episódio da jacuzzi, em que tirou sarro da falta de “compliance” do Grupo Globo.
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A roteirista disse que foi uma “piada imbecil”, que não deveria ter feito, mas que fazia referência a um clima de assédio que era naturalizado por eles.
Fonte: Metrópoles