Ausência de presidente da República e ministro da Fazenda no Fórum Econômico Mundial tem sido criticada
As ausências do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, no Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, têm sido alvo de críticas de executivos brasileiros e estrangeiros que participam do evento, apurou à EXAME.
Após mais de 20 viagens internacionais em 2023, Lula se dedicará a percorrer o Brasil em 2024 de olho nas eleições municipais para eleger o maior número de prefeitos aliados para enfraquecer o bolsonarismo.
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Já Haddad pretendia participar do evento. Mas a reação negativa de deputados e senadores com a Medida Provisória (MP) que propõe a reoneração da folha de pagamentos obrigou o ministro a permanecer no país para negociar alternativas para compensar a perda de arrecadação com a desoneração.
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Nesta quinta-feira, 18, ele se reúne com o presidente da Câmara para tratar do tema.Como mostrou a EXAME, a tributação de compras internacionais de até US$ 50 tem sido apontada, de maneira incipiente, como uma das alternativas para compensar a perda de arrecadação. Entretanto, técnicos do governo admitem que essa possibilidade depende de um arranjo político que agrade o Congresso, Lula e a primeira-dama, Janja da Silva.
Fonte: Exame