Caso ocorreu no hospital Marieta, em Itajaí. Unidade disse que toma providências jurídicas contra profissional. MPSC recebeu denúncia
Uma fisioterapeuta foi gravada dançando com um bebê no bolso do jaleco durante atendimento no Hospital e Maternidade Marieta Konder Bornhausen, em Itajaí, no Litoral Norte de Santa Catarina. A unidade, gerida pela iniciativa privada, chamou o fato de isolado e informou em nota que todas as medidas jurídicas estão sendo tomadas "com o maior rigor possível". Disse, também, que busca identificar todos os envolvidos na situação.
O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) comunicou que a denúncia foi enviada para o promotor da infância e adolescência, Diego Rodrigo Pinheiro, na madrugada desta terça-feira (15), e que ela será protocolada e analisada. A Polícia Civil aguarda requisição do MP para investigar se houve crime.
A Secretaria de Estado de Saúde (SES) chamou a situação de inadmissível (veja nota abaixo). Já o presidente do Conselho de Fisioterapia estadual, Sandroval Francisco Torres, informou que uma equipe de fiscalização foi até o hospital para confirmar se a profissional é fisioterapeuta.
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"Se confirmado, ela sofre uma suspensão cautelar durante o processo ético e fica afastada até o fim do procedimento, quando pode ser até cassada", disse.
No vídeo, que repercute na internet, uma fisioterapeuta aparece com o uniforme da unidade enquanto canta e dança uma música viral nas redes sociais com o recém-nascido dentro do bolso. Também é possível ouvir ela e quem a gravou rirem durante as imagens.
A mulher que segura o bebê, segundo o Marieta, já foi identificada e é contratada por uma empresa que presta serviços à instituição. A unidade disse que busca identificar quem são as outras pessoas que participaram da gravação do vídeo e que presenciaram a cena.
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Vereador da Comissão de Saúde da Câmara de Itajaí, Osmar Teixeira, divulgou as imagens nas próprias redes. Ele chamou o caso de absurdo e assustador. Ao g1, disse que assim que tomou conhecimento, conversou com a diretora-chefe da unidade e que acompanha o caso, já enviado ao MPSC.
Fonte: G1
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