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Com um a menos, Fluminense faz virada relâmpago contra Bahia e volta a vencer no Brasileiro
Foto: Reprodução

Como num bom filme, o arco narrativo visto no Maracanã teve três atos: a introdução, a crise e a redenção. O Fluminense mergulhou em todos eles antes de vencer o Bahia por 2 a 1 ontem, pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro. O torcedor tricolor viveu emoções de sobra: foi do apoio às vaias, das críticas ao grito de apoio, do "time sem vergonha" ao “de guerreiros”. O gênero que teve tudo — repito, tudo — para ser uma trama de terror, acabou sendo um belo romance.

 

A começar por um dos personagens principais: o lateral-esquerdo Marcelo, envolvido em notícias que indicavam problemas internos vividos dentro do clube. O início foi de apoio massivo da arquibancada, como poucas vezes se viu no Maracanã, mas que logo virou cobrança quando a bola rolou. Foi ele quem estava com a bola controlada e forçou um passe que parou na defesa do Bahia. O contra-ataque foi mortal para Vinicius Mingotti abrir o placar.

 

Para piorar, o zagueiro Nino trouxe mais um elemento para contribuir com o desastre. Ainda na primeira etapa, o capitão foi expulso numa entrada dura e inconceível para um atleta de sua qualidade e importância. Então, a crise tomou conta do estádio: xingamentos ao presidente Mário Bittencourt, ao técnico Fernando Diniz — que, suspenso, foi substituído por Eduardo Barros — e gritos de "time sem vergonha" para a equipe tricolor.

 

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O problema é que, apesar de tudo ter dado errado, não dava para dizer que o Fluminense jogou mal. Pelo contrário. Foram, no mínimo, quatro chances claras de gol. Lelê, escalado como titular no lugar de Germán Cano, perdeu duas inacreditáveis dentro da área. Gabriel Pirani, substituto de Paulo Henrique Ganso, também teve uma oportunidade. Marcelo quase marcou um golaço, mas parou no goleiro Danilo Fernandes.

 

Mesmo com um a menos, o Fluminense manteve a pressão no segundo tempo e conseguiu a virada com menos de 15 minutos. Primeiro com Lelê, depois com Gabriel Pirani. Dois dos atletas mais vaiados pelos torcedores antes de a bola rolar. Os ois escolhidos pelo técnco Fernando Diniz para substituir medalhões, poupados.

 

Com o placar favorável, a trama de terror virou um arco de redenção. Marcelo, que chegou a ser vaiado, deixou o gramado aplaudido. O mesmo aconteceu com todos os substituídos. Ao apito final, o "time sem vergonha" voltou a ser "de guerreiros". Sinal de apoio para a equipe, que deu o primeiro passo para voltar aos trilhos.

 

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Com o resultado, o Fluminense agora soma 21 pontos, dorme no G4, mas ainda pode perder posições na rodada. O Bahia segue em 14º, com 12.

 

Fonte: Extra

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