Bastante popular, a pílula do dia seguinte (PDS) é um método contraceptivo muito utilizado para quem não deseja engravidar.
Caracterizada como anticoncepção de emergência, o medicamento apresenta 75% de eficácia, de acordo como o Ministério da Saúde, e só deve ser utilizado após uma relação sexual sem o uso de nenhum preservativo.
Ainda que segura, a pílula do dia seguinte tem indicação própria para situações de excessão, podendo ter efeitos colaterais sérios quando utilizada de maneira incorreta. Ficou curiosa? Saiba como funciona a pílula do dia seguinte e se é seguro tomá-la!
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COMO FUNCIONA A PÍLULA DO DIA SEGUINTE?
A pílula do dia seguinte atua inibindo a ovolação, ou seja, impedindo a fecundação do óvulo após uma relação sexual sem proteção. No entanto, sua ação varia de acordo com a fase do ciclo menstrual. Quando tomada na primeira etapa, também conhecida como fase folicular, a ovulação será simplesmente adiada ou bloqueada.
Quando ingerida na segunda parte, a fase ovulatória, o processo é diferente! A pílula age sobre a mobilidade do espermatozoide, deixando-os lentos.
Outro ponto que vale ser ressaltado é sobre a ação do fármaco sobre o muco cervical, deixando-o mais espesso, consequentemente, dificultando o contato entre o espermatozoide e o óvulo.
É SEGURO TOMAR A PÍLULA DO DIA SEGUINTE ?
A pílula do dia seguinte pode evitar três a cada quatro gestações, no entanto, não deve ser utilizada de maneira prévia ou para substituir métodos anticonceptivos de rotina.
Sendo indicada somente em casos de excessão, como rompimento do preservativo ou violência sexual, de preferência, com acompanhamento de um ginecologista. Por ter uma carga alta de hormônios, o remédio pode causar efeitos colaterias, como:
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Fonte:Seleções