Antes, Chris Watts pôs a culpa da carnificina cometida por ele nos EUA sobre os ombros da amante
Condenado pelo assasinato da esposa e das duas filhas, Chris Watts já culpou a amante pelo crime hediondo, ocorrido em 2018. Agora, o americano resolveu culpar a própria esposa pelas mortes.Em cartas recentemente reveladas, Chris, de 39 anos, rotulou sua esposa grávida Shanann como uma "maníaca por controle" e afirmou que buscou refúgio com sua amante, que era "tudo o que minha esposa não era comigo".
O "NY Post" teve acesso ao material escrito por Chris, que está cumprindo pena perpétua em uma pequena cela na Dodge Correctional Institution, em Wisconsin.O condenado admitiu ter estrangulado Shanann, de 34 anos, na casa em que viviam, no Colorado, em 13 de agosto de 2018. Ele então levou o corpo dela para um local de trabalho na empresa de petróleo onde trabalhava e a abandonou. Suas duas filhas — Bella, de 4 anos, e Celeste, de 3 — estavam em sua caminhonete.
Ele as sufocou enquanto elas imploravam por misericórdia e escondeu seus corpos em tambores de óleo.Por trás dos assassinatos estava o desejo de com a amante, Nichol Kessinger.Chris confidenciou a Dylan Tallman, companheiro de cela, que era "infeliz no casamento". Ele também reclamava ficar muito tempo com as meninas, pois a esposa estava ocupada no trabalho.
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Quando perdeu peso e começou a se exercitar em 2017, conforme relatou, Chris percebeu que passou a atrair o olhar de muitas mulheres. Uma delas foi Nichol."Ela era tudo o que minha esposa não era comigo. Ela era legal, e não uma controladora. Podíamos tomar decisões juntos", contou ele, segundo Dylan, que lançou um livro em três volumes sobre as confissões.
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Foto: Reprodução
"Nós nos conhecíamos há algum tempo, mas só começamos a nos envolver 6 semanas antes. Eu não estava pensando. Nós trabalhamos juntos, tínhamos química, e eu caí em tentação. Ela era o fruto proibido", alegou Chris.
"As palavras de uma prostituta me arrebataram. Seu discurso lisonjeiro foi como gotas de mel que perfuraram o meu coração e a minha alma. Mal sabia eu que todos os seus convidados estavam na câmara da morte", escreveu ele.
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"Como eu deixei isso acontecer? As bênçãos que você me concedeu estavam bem na minha frente, e ainda assim segui o perfume de uma mulher estranha", prosseguiu Chris.No primeiro livro, Dylan disse que ele e Chris chamaram Nichol Kessinger de "Jezebel" enquanto falavam sobre ela – uma referência a uma mulher bíblica que "com seus ensinamentos, engana os servos para a imoralidade sexual". Os dois detentos participavam de estudos da Bíblia na prisão.
Fonte: Extra