A partir da próxima quinta-feira, 32 seleções se enfrentam na nona edição da Copa do Mundo feminina, sediada na Austrália e Nova Zelândia. É a estreia do novo formato, nos moldes do torneio masculino, representando um acréscimo de oito equipes em relação às últimas edições.
As duas melhores seleções dos oito grupos avançam para o mata-mata — até 2019, os dois primeiros classificados dos seis grupos e mais os quatro melhores terceiros colocados disputavam as oitavas.
Embora os prováveis confrontos do mata-mata indiquem duelos equilibrados — é possível ter uma semifinal entre Estados Unidos e Holanda, que decidiram a última Copa; ou um duelo nas quartas entre Inglaterra e Alemanha, finalistas da Euro do ano passado —, um lado da chave é mais “pesado” do que o outro.
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Foto:Reprodução
A chave que será formada a partir das oitavas pelos grupos A, C, E e G soma 11 conquistas entre Copas do Mundo e Olimpíadas. O número alto se deve à soberania dos Estados Unidos na modalidade, com quatro Mundiais e quatro ouros olímpicos. O Japão aumenta a conta com o Mundial de 2011, e a Noruega tem Sydney-2000 e a Copa de 1995.
Do outro lado, nos grupos B, D, F e H, são quatro títulos: duas Copas (2003 e 2007) e uma Olimpíada (Rio-2016) da Alemanha, enquanto o Canadá é o atual campeão olímpico. O Brasil pode reencontrar as canadenses nas quartas, em reedição do duelo olímpico, que terminou com a eliminação da seleção nos pênaltis. De lá para cá, foram três confrontos entre as equipes, com uma vitória para o Brasil e duas para o Canadá.
O caminho do Brasil pode ser complicado: se ficar em segundo do Grupo F, enfrenta o primeiro colocado do Grupo H, que tem a Alemanha como a equipe mais forte.
A boa notícia é que, em abril, a seleção venceu as alemãs por 2 a 1 em um amistoso. Se a adversária for a Colômbia, o retrospecto também é favorável, já que o Brasil triunfou sobre a equipe na final da Copa América de 2022.
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O chaveamento também possibilita uma eventual final entre Brasil e Estados Unidos. O confronto já aconteceu em duas Copas, com um empate e uma goleada do Brasil, por 4 a 0, na semifinal do Mundial de 2007. Mas no geral, as americanas levam vantagem: são 12 vitórias em 18 confrontos, com três empates e três triunfos da seleção brasileira.
Fonte:Extra