A artista circense venezuelana Julieta Hernández teve o celular roubado e foi assassinada por um casal de drogados
A investigação que vem sendo realizada no decorrer do inquérito sobre a morte de Julieta Inés Hernández Martinéz, concluiu que a artista circense venezuelana foi vítima de crime de latrocínio.
O assassinado por enforcamento aconteceu no dia 23 de dezembro de 2023 no município de Presidente Figueiredo, Região Metropolitana de Manaus.
O casal de usuários de drogas, Thiago Agles da Silva, 32, e Deliomara Anjos dos Santos, 29, confessaram o assassinato e deram detalhes do crime após serem presos.
Veja também

Artista venezuelana foi morta 14 dias atrás, assim que perdeu contato com amigos, diz polícia
Artista venezuelana é encontrada morta no interior do Amazonas
Na noite em que Julieta Inés foi atacada pelo casal, ela estava dormindo em uma rede, foi acordada de madrugada, teve o celular roubado e foi estuprada por Thiago.

Thiago Igles e Deliomara Anjos confessaram
o crime e já estão presos
Antes de ser morta por enforcamento a artista circense teve parte do corpo queimado por Deliomara que usou uma garrafa de álcool e Thiago também sofreu queimaduras.
O usuário de drogas disse no depoimento que também se queimou ao usar um pano para apagar o fogo no corpo da venezuelana quando ela ainda estava viva.
De acordo com as informações que constam no inquérito policial, logo após o enforcamento, Thiago fugiu e Deliomara enterrou o corpo de Julieta Inés em uma cova rasa.

A venezuelana foi assaltada, estuprada, teve parte do
corpo queimado e foi enterrada em cova raza no dia
23 de dezembro de 2023 (Fotos: Divulgação)
O casal que matou a artista circense venezuelana no município de Presidente Figueiredo, foi preso no último dia 5 de janeiro, ou seja, treze dias depois do latrocínio (roubo seguido de morte).
Curtiu? Siga o PORTAL DO ZACARIAS no Facebook, Twitter e no Instagram.
Entre no nosso Grupo de WhatApp e Telegram
O caso está completamente elucidado pela 37ª Delegacia Interativa de Polícia (DIP) e os dois usuários de drogas que confessaram crimes de estupro, latrocínio e ocultação de cadáver, estão com as prisões preventivas decretadas pela Justiça.
VEJA VÍDEO: