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Damares dá cargo a amiga de Michelle acusada de envolvimento com rachadinha do Planalto
Foto: Reprodução

A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) nomeou Rosimary Cardoso como assessora parlamentar de seu gabinete nesta segunda-feira (6). Rosimary é a amiga da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro cujo nome esteve envolvido nas acusações de um suposto esquema de ‘rachadinhas’ no Palácio do Planalto.

 

Além de Michelle, Rosimary também é amiga de Damares. As três se conheceram na época em que trabalhavam na Câmara dos Deputados como assessoras de parlamentares.


Em reportagem publicada pelo portal Metrópoles, em 20 de janeiro, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e sua esposa Michelle foram apontados em investigação que corre no Supremo Tribunal Federal (STF) como responsáveis por um esquema de ‘rachadinhas’ no Palácio do Planalto.

 

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O tenente-coronel do Exército e ajudante de ordens de Bolsonaro durante seu mandato, Mauro César Barbosa Cid, foi apontado como o operador do esquema de Caixa 2. Ele era responsável pelo pagamento de contas e despesas do Alvorada. Entre os achados colhidos pelos policiais que estão trabalhando com o ministro Alexandre de Moraes, estão pagamentos com dinheiro do tal caixa informal gerenciado pelo tenente-coronel, de faturas de um cartão de crédito emitido em nome de Rosimary que seria usado para custear despesas da ex-primeira-dama.Na última sexta-feira (3) o Metrópoles publicou uma continuação desta investigação.

 

Nela, Rosimary tem o nome revelado, é apresentada como “a melhor amiga de Michelle Bolsonaro” e a pessoa responsável por emprestar o cartão de crédito usado pela ex-primeira-dama, além da acusação de que estaria repassando parte do salário à amiga.

 

Rosimary teria conseguido um cargo no gabinete do senador bolsonarista Roberto Rocha (PTB-MA) logo no início do governo Bolsonaro, em 2019, com salário de pouco mais de R$ 6 mil. Tempos depois, diz a reportagem, a amiga foi “promovida” e chegou a um posto que lhe rendera excelentes vencimentos, na casa dos R$ 16 mil. Até aí, tudo bem.

 

O problema é que a reportagem ouviu fontes que afirmaram que regularmente a escolta presidencial, composta por guarda-costas do GSI, iam até a casa de Rosimary recolher as “encomendas” que deveriam ser levadas até a então primeira-dama. Essas testemunhas disseram que o conteúdo dos envelopes “era facilmente identificável pelo tato” e que se tratava de dinheiro vivo.

 

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O Metrópoles chegou a divulgar um áudio em que Rosimary fala com um interlocutor sobre passar em sua casa para pegar a “encomenda” da ‘Mi’, em referência à ex-primeira-dama. Michelle e Rosimary negaram as acusações.

 

Fonte: Revista Fórum
 

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