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De janeiro a setembro deste ano, método por impressão digital de cadáver do IML e IIACM auxiliou na identificação de 420 corpos
Foto: Victor levy/SSP-AM

A coleta das impressões digitais da pessoa falecida é feita e comparada com algum documento trazido por familiares

O trabalho integrado dos servidores da Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM) por meio do Instituto Médico Legal (IML) e do Instituto de Identificação Aderson Conceição de Melo (IIACM) auxiliou na identificação de 420 corpos por meio do procedimento Necropapiloscópico.

 

O método consiste no reconhecimento de cadáveres a partir das papilas dérmicas, onde são encontradas as impressões digitais. A coleta das impressões digitais da pessoa falecida é feita e comparada com algum documento trazido por familiares, podendo ser a Carteira de Identidade (CIN) ou outro documento.

 

De acordo com o diretor do IML, perito e médico legista, Sérgio Machado, o procedimento é realizado na identificação de pessoas que faleceram vítimas de morte violenta, acidentes e desastres.

 

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“O procedimento é feito utilizando um produto químico, ele é passado nas digitais e preenchemos uma ficha que depois irá receber o nome individual necropapiloscópia. Logo após, esperamos secar, escanear e enviar para o instituto de identificação para fazer o cruzamento de dados que é uma comparação com banco que eles têm”, disse o diretor.

 

 

O diretor ressaltou a importância do exame na identificação dos corpos em situações onde não há documentos ou informações da pessoa falecida. “O procedimento é primordial, porque essa técnica de exame de necropapislocopia é universal e todo ser humano possui a sua digital, ou seja, é algo único”, ressaltou o médico legista.



SEGUNDO PASSO: INSTITUTO DE IDENTIFICAÇÃO

 

Fotos: Victor levy/SSP-AM



O diretor do IIACM, perito criminal Mahatma Porto, explicou que após a coleta, as impressões são encaminhadas ao instituto de identificação, onde os peritos irão realizar o confronto das digitais colhidas com a do prontuário civil.

 

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“Quando se trata de uma impressão digital de um desconhecido, não identificado, nós precisamos fazer uma busca no nosso sistema biométrico automatizado, onde inserimos as impressões digitais coletadas no IML. Após isso, o sistema irá fazer uma busca em todo o banco de dados para identificar de quem é aquela impressão digital”, disse o diretor Mahatma.

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