Depois de ver o governador Cláudio Castro arrastar asas para o secretário-executivo e pré-candidato do PDT a prefeito de Niterói, Rodrigo Neves, o PL agora assiste, de camarote, o moço em conversinhas com o aspira à reeleição no Rio, Eduardo Paes, do PSD.
Até os mais elementares cabos eleitorais do partido já sabem que Castro estaria disposto a apoiar Paes — e a até indicar o vice na chapa do prefeito.Tudo de olho na sua própria candidatura a senador em 2026. O problema, mais uma vez, é que o partido não abre mão de ter candidatos próprios.
Numa comprovação da força do projeto, o presidente nacional, Valdemar Costa Neto, veio a Niterói lançar o diretório comandado pelo pré-candidato a prefeito do partido, o ultrabolsonarista Carlos Jordy. O bolsonarismo, aliás, será o norte do PL em 2026.
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E o partido diz que não vai aceitar, em hipótese alguma, apoiar Neves ou Paes — que chamaram Jair Bolsonaro de negacionista e genocida. Duas semanas depois de o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, ter posto fim às divergências do partido no Rio , o governador Cláudio Castro ainda não referendou os nomes que indicaria para o novo diretório estadual.
A executiva passaria a ser formada por Castro; o senador Flávio Bolsonaro; os deputados federais Altineu Côrtes e Soraya Santos; o presidente da Assembleia, Rodrigo Bacellar; o prefeito de Miguel Pereira, André Português; e o assessor Bruno Bonetti.
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As péssimas línguas dizem que o governador está adiando, ou repensando, as mudanças. Afinal, como membro do diretório, terá que levar as propostas à votação do grupo — e se submeter à vontade da maioria.
Fonte:Extra