Anderson Torres
A defesa do ex-ministro Anderson Torres pediu nesta segunda-feira (6) que o Supremo Tribunal Federal (STF) revogue a prisão preventiva decretada contra ele pelo ministro Alexandre de Moraes.
Moraes decretou a prisão em razão de indícios de omissão em relação aos atos de vandalismo contra os Três Poderes no dia 8 de janeiro.
Após deixar o ministério da Justiça com o fim do governo Jair Bolsonaro, Torres reassumiu a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal. Ele era o responsável pela pasta quando alguns bolsonaristas terroristas invadiram os prédios do Congresso, do Supremo Tribunal Federal e o Palácio do Planalto, no domingo (8).
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Os advogados dizem que não existem motivos que justifiquem a prisão e que Torres está disposto a entregar passaporte e colocar à disposição da Justiça seus sigilos bancário, fiscal e telefônico.
Em depoimento na semana passada, Torres disse que não era de sua responsabilidade o planejamento operacional das ações para controle da manifestação que acabou com os atos de vandalismo e alegou ainda ter perdido seu celular nos Estados Unidos, onde passava férias no dia dos ataques.
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"Anderson Torres é servidor que conta com mais de 22 anos de intensa e ilibada vida pública como Delegado da Polícia Federal, Secretário de Segurança Pública (DF), Ministro da Justiça e Segurança Pública do Brasil e, de novo, Secretário de Segurança Pública (DF), tendo absoluto interesse na elucidação dos fatos investigados no presente inquérito, comprometendo-se, para tanto, a entregar o seu passaporte à Justiça e franqueando, desde logo, a abertura dos seus sigilos (bancário, fiscal, telefônico, telemáticos etc.), sem prejuízo de todo e qualquer empenho seu para o esclarecimento de todos os fatos tocantes à presente investigação".
Fonte: G1