Muita gente em torno do ex-presidente pode ser envolvida na delação do ajudante de ordens
Para ter sido aceita tanto pela PF quanto pelo ministro Alexandre de Moraes, a delação do Tenente-Coronel Cid deve ter fatos novos, ou confirmações de fatos apurados - coisas mais fortes do que conhecemos.
Na delação premiada não vale contar o que já foi contado, nem ir para baixo. Tem muita gente acima do Tenente-Coronel Cid antes de chegar a Bolsonaro -ministros, generais, o próprio Braga Neto, vice na chapa de reeleição.
Muitos em torno do ex-presidentes podem ser envolvidos. Mas tem um lado da delação muito útil ao Exército, porque no ato em que Cid fixar, individualizar a culpa, vai tirar da corporação a carga que ele representa.
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Se ficar provado que a questão das joias, do atestado de vacinação e de tudo o que foi feito partiu do presidente e de seu grupo pessoal, ficará claro que não existia um sentido corporativo partindo das Forças Armadas; não era uma questão institucional.
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Pode fazer com que o Exército se livre de uma carga muito pesada.
Fonte: O Globo