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Delegado de polícia descarta acusação de tentativa de homicídio e indicia esposa de policial civil por crime de lesão corporal no tiro disparado contra advogado
Foto: Divulgação

Dia 18 dese mês: Jussana machado aponta a arma de fogo enquanto o marido policial civil agride o advogado Ygor Colares

"No mínimo um corporativismo de classe" é como define o advogado Josemar Berçot, na decisão de um delegado de Polícia Civil, ao concluir o inquérito criminal, com visível interesse de beneficiar o policial civil, Raimundo Nonato Machado e sua esposa Jussana Machado, indiciados apenas por crime de lesão corporal.


A declaração partiu do advogado após a conclusão do inquérito da polícia Civil, em que o deleado deixou de considerar o tiro de pistola disparado por Jussana contra o advogado Ygor Colares, como um crime de tentativa de homicídio, ou pelo menos pelo dolo eventual, já que uma arma foi apontada e houve o disparo na direção da vítima. "Ela assumiu o risco de causar um gravíssimo resultado".


Câmeras de segurança filmaram o casal no momento das agressões contra a babá Cláudia Gonzaga de Lima e ao seu patrão, atingido com disparo de arma de fogo em uma das pernas, o advogado Igor de Menezes Colares, fato ocorrido na tardo do dia 18 deste mês em um condomínio no bairro da Ponta Negra, Zona Oeste de Manaus.

 

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Ao decidir pelo indiciamento do policial civil e da esposa, apenas por lesão corporal, afirma o advogado Josemar Berçot, o delegado que presidiu o inquérito “ignorou completamente os depoimentos das vítimas e das testemunhas.

 

Faltou pouco para o policial civil Raimundo Nonato não terminarem

como vítimas no inquérito da Polícia Civil considerado como

uma aberração pelo advogado das vítimas 


“Ele considerou como verdade absoluta somente as versões do policial civil Raimundo Nonato e de sua esposa e autora do disparo, Jussana Almeida, a qual já tinha inclusive cometido agressão física contra a babá, Cláudia Gonzaga de Lima.


O fato mais absurdo, além indiciar Jussana Machado, apenas por lesão corporal, é que o delegado ainda declarou no inquérito policial enviado à Justiça e ao Ministério Público do Amazonas “que o disparo foi acidental”, ressalta o advogado das vítimas.


Em entrevistas concedidas aos veículos de imprensa o advogado, considera absurdos os entendimentos do delegado em dar credibilidade aos depoimentos apenas do policial civil Raimundo Nonato e de sua esposa, quando os próprios vídeos, mostram o casal aparecendo como agressor o tempo todo.

 

Tiro pegou de raspão na perna do advogado Ygor Colares, mas

imagens de vídeo mostram que faltou pouco para provocar

lesão mas grave ou até mesmo fatal 

 

A babá é espancada por vários minutos por Jussana, o marido dela policial civil, incentiva a agressão, quando Ygor Colares, chega para interceder também é espancado, Raimundo Nonato dá a arma de fogo para esposa que dispara um tiro contra o advogado e tudo isso é desconsiderado pelo delegado.


O que o advogado Josemar Berçot, juntamente com as vítimas Ygor Colares e Cláudia Gonzaga, esperam, a partir de agora, e acreditando na seriedade e imparcialidade do órgão, é que o Ministério Público do Amazonas, faça sua parte.

 

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Berçot espera que o MPA faça contestação desse inquérito policial “viciado” e tome as providências cabíveis para que Jussana Machado seja indiciada por agressão física contra a babá e tentativa de homicídio contra o advogado.

 

Jussana Machado tambem agrediu e provocou vários hematomas

no rosto da babá Cláudia Gonzaga Lima (Fotos: Divulgação)

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