Delegado Ericson Tavares fez até ato obsceno com os dedos durante o vídeo e agora vai voltar para a cadeia
A Justiça acatou pedido do Ministério Público do Amazonas (MPA) e decretou na tarde desta quarta-feira, 22, a prisão preventiva do delegado de Polícia Civil, Ericson Tavares.
Depois de ser preso em flagrante em março deste ano juntamente com outros três policiais civis, seis policiais militares e um ex-policial militar, acusados de tráfico de drogas, sequestro e extorsão.
O grupo comandado pelo delegado foi preso, no município de Manacapuru, Região Metropolitana de Manaus.
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No começo do mês de julho o delegado e os outros três policiais civis foram colocados em liberdade provisória, mas Ericson Tavares, criou uma grande polêmica ao postar um vídeo nas redes sociais.

Ericson Tavares estava em liberdade desde o mês de julho
No vídeo o delegado aparece em um carro de luxo, de alto valor no mercado automobilístico, ao lado de uma mulher loira, cantarolando, chamando palavrões e fazendo gestos obscenos com uma das mãos.
O comportamento nada recomendável, para uma autoridade policial, presa recentemente por crime graves, foi entendido com ato de zombaria contra a Justiça do Amazonas e às próprias forças de Segurança à qual ele ainda pertence.
O Ministério Público do Amazonas, que na época em que o delegado foi preso, fez a denúncia dos crimes e pediu prisão preventiva, portanto, o órgão também entendeu Ericson Tavares, “zombou” publicamente de todas as autoridades.
A prisão do delegado foi decretada nesta segunda-feira e entre outros objetivos também visa garantir a própria tranquilidade e integridade das vítimas do crime de sequestro e extorsão pelos quais ele foi preso juntamente com outros policiais civis e militares.

Cúpulas da PC/AM e da PMAM não toleram má conduta policial mais uma vez (Fotos: Div8ulgação)
O delegado Ericson Tavares, foi preso em março do ano em curso, juntamente com os policiais civis, Eliezio Alencar de Castro, Anderson de Almeida Maia e Alessandro Edwards da Cruz.
Faziam parte da suposta quadrilha e também foram presos na mesma operação os policiais militares, sargento PM Alexandro Conceição dos Santos e os cabos Jozimo Diniz da Silva, Eldon Nascimento de Souza, Ueslei Rodrigues da Silva, Kemer Cruz Pimentel, Edvaldo Ewerton Pinto de Souza, e o ex-policial militar Germano da Luz Júnior.
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Na época das prisões As Polícias Civil e Militar do Amazonas (PM-AM) informaram que o grupo era investigado nas duas instituições, assim como pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Estado do Amazonas (MP-AM) e pela Promotoria de Justiça de Manacapuru.