Em menos de uma semana, esse é o segundo atendimento aeromédico realizado pelo Dioa na mesma comunidade
Nesta segunda-feira (09/12), o Departamento Integrado de Operações Aéreas (Dioa), da Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM), resgatou uma mulher grávida de 27 anos, diagnosticada com infecção urinária e suspeita de apendicite. A operação aeromédica ocorreu na comunidade Nossa Senhora de Fátima, localizada na Zona Rural de Manaus.
A ação teve início após o Dioa ser acionado pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). A equipe da SSP-AM, com o apoio de médicos intervencionistas, se deslocou até a comunidade para realizar o atendimento aeromédico.
O coordenador do Departamento Aéreo, delegado Rafael Montenegro, destacou que a vítima estava com fortes dores, mas foi estabilizada e encaminhada para a ambulância após o resgate.
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"A gestante estava com suspeita de apendicite e, ao chegar ao local, constatamos que ela estava com muita dor. Após a estabilização, ela conseguiu viajar na aeronave de forma tranquila. A trouxemos para o Departamento de Operações Aéreas, e agora ela já foi encaminhada para a ambulância", explicou o coordenador.
A gestante, que está grávida de 27 semanas, foi acolhida pela equipe do Samu e conduzida a uma unidade de saúde na capital.
PRODUTIVIDADE

Em menos de uma semana, o Dioa realizou outro resgate na mesma comunidade. Na última sexta-feira (06/12), o departamento socorreu uma idosa de 75 anos que estava em estado grave, apresentando insuficiência respiratória e renal. A vítima foi trazida para Manaus e levada pelo Samu a uma unidade hospitalar.
O delegado destacou a gratificação de realizar resgates em situações de emergência, enfatizando o impacto positivo das operações aéreas na redução do tempo de deslocamento em comunidades mais isoladas, especialmente devido à seca severa.

Fotos: Victor Levy/SSP-AM
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"Esses resgates são muito gratificantes para nós, pois nos envolvemos na questão da ajuda humanitária e social. Para as pessoas, é ainda mais importante, pois, com a seca que assola o nosso estado, elas demorariam, em média, uma hora e meia a duas horas para ter acesso a esse tipo de transporte. Com o helicóptero conseguimos chegar, no máximo, em sete minutos a essa comunidade", concluiu a autoridade policial