NOTÍCIAS
Política
Depoimento de Mauro Cid na CPMI dos atos extremistas é adiado para o próximo dia 11
Foto: Reprodução

Foco da Câmara até sexta (7) será garantir votação de pautas econômicas prioritárias, como a reforma tributária e o marco fiscal

O presidente da CPMI do 8 de Janeiro, deputado federal Arthur Maia (União-BA), adiou para a próxima terça-feira (11) o depoimento do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que estava previsto para amanhã (4). O foco da Câmara nesta semana será garantir a votação de pautas prioritárias para a área econômica do governo, entre elas a reforma tributária, o novo marco fiscal e o voto de qualidade do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf).

 

Em comunicado, Arthur Maia informou que a decisão foi tomada “considerando a intensa agenda da Câmara dos Deputados desta semana, com sessões deliberativas a serem realizadas todos os dias, com a suspensão da atividade de suas comissões e com a apreciação de matérias relevantes, além das sessões aguardadas no Senado Federal”.

 

A oitiva de Cid, preso desde maio após operação da Polícia Federal que apura fraudes nos cartões de vacinação da família Bolsonaro, foi reagendada para o dia 11 de julho, às 9h, com reunião deliberativa marcada para a próxima quinta-feira (13).

 

Veja também 

 

TSE ENVIA CASO DE BOLSONARO AO TCU, E NOVA CONDENAÇÃO PODE TIRAR EX-PRESIDENTE DAS ELEIÇÕES DE 2030

 

Defesa de Bolsonaro mede risco de prisão após inelegibilidade

 

O militar tentou ser dispensado do depoimento à CPMI pelo Supremo Tribunal Federal (STF), mas teve o pedido negado pela ministra Cármen Lúcia. A magistrada determinou, no entanto, que ele tem o direito de não produzir provas contra si, podendo não responder a perguntas que possam incriminá-lo.


DEPOIMENTO


Na sexta (30), o ex-ajudante de ordens depôs pela sexta vez à PF. Ele também é investigado em outros dois inquéritos, que apuram o caso das joias de Michelle Bolsonaro e mensagens que incentivam a realização de um suposto golpe de Estado encontradas no celular dele.


Em conversa com Cid, o coronel do Exército Jean Lawand Júnior, ouvido pela CPMI na última terça (27), afirmou que Bolsonaro não podia “recuar” após a derrota nas eleições de 2022. O coronel pediu a Cid que convencesse o ex-presidente a "dar a ordem" para que os militares pudessem agir.

 

Curtiu? Siga o PORTAL DO ZACARIAS no FacebookTwitter e no Instagram.

Entre no nosso Grupo de WhatApp e Telegram 

 

Fonte: O Globo

LEIA MAIS
Copyright © 2013 - 2026. Portal do Zacarias - Todos os direitos reservados.