A deputada Luciene Cavalcante (PSOL-SP) acionou a PGR e o TCU para que apurem repasses feitos pelo Ministério Mulher, da Família e dos Direitos Humanos a empresas de fachada, quando a pasta era comandada por Damares Alves.
A parlamentar quer que Aras solicite a abertura de um inquérito policial para investigar se houve prática dos crimes de falsidade ideológica, peculato, emprego irregular de verbas e advocacia administrativa. Também pleiteia a instauração de um inquérito civil para averiguar improbidade administrativa das autoridades envolvidas.
Ao TCU, Luciene pede que os fatos sejam verificados para tomada de medidas cabíveis à sanção dos participantes bem como a restituição dos cofres públicos.
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Um relatório da CGU apontou irregularidades em parcerias firmadas pela pasta no governo de Jair Bolsonaro. O ministério bancou duas ONGs envolvidas em esquema de direcionamento de recursos público e falsificação de documentos, conforme revelou o repórter Tácio Lorran, do “Estadão”.
Segundo a CGU, o prejuízo é de ao menos R$ 2,5 milhões. O dinheiro deveria ser destinado à formação profissional de adolescentes e mulheres presidiárias, além de vítimas de violência.
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Fonte: O Globo