Beatriz Palmieri e a amiga Camila Caroline Miranda chegam ao Brasil
Um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) com dez atletas e outros brasileiros que viviam em Israel chegou ao Brasil no início da manhã desta sexta-feira.
O desembarque ocorreu no Aeroporto Internacional do Recife (PE). No terminal, os passageiros foram recebidos com uma homenagem, ao som de um violino.
Uma das atletas que deixaram Israel é a ponteira Beatriz Palmieri, de 25 anos, de Ribeirão Preto (SP), que estava no país desde o ano passado. Ela pegou outro voo com direção ao Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP), onde chegou no fim da manhã. Ela deve chegar a Ribeirão no final da tarde.
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- Eu estou muito aliviada e grata em estar aqui. Graças a Deus estamos bem e tranquilas - disse Beatriz, que também agradeceu a FAB e representantes do Ministério do Esporte pelo apoio.
Além de Bia, as atletas do vôlei que retornaram ao Brasil são Camila Caroline, Thaynã Moraes, Mariana Dantas, Rúpia Inck Freitas Furtado e Camila Rodrigues. Já do futebol chegaram as jogadoras Bebel, Flávia Giovanna, Sofia Sena e Kátia Santana.
Este é o terceiro voo da FAB resgatando brasileiros em meio ao conflito entre o grupo extremista Hamas e o estado de Israel. Ao todo, 69 passageiros estavam a bordo da aeronave KC-390, que havia decolado às 17h55 de Tel Aviv (11h55 no horário de Brasília).
A VIDA EM ISRAEL
Beatriz, de 25 anos, vivia em Israel desde 2022. Primeiro defendeu o Hapoel Kiryat Ata, da cidade de Kiray Ata, e até então estava atuando pelo Maccabi Hod Hasharon.
A atleta morava em Hod Hasharon, a 20 quilômetros da capital Tel Aviv. A cidade não foi atacada, mas da casa dela era possível ouvir sirenes de alerta dos ataques e bombas sendo interceptadas pelo governo israelense.
Para conseguir um assento no voo da FAB, Beatriz preencheu um formulário da Embaixada Brasileira enviado a todos os cidadãos que estão em Israel.
A ponteira, que morava com outra brasileira, disse que, no sábado passado, quando os ataques começaram, não tinha como saber do que se tratava. Já à noite, quando a sirene tocou novamente, elas correram para um bunker e se protegeram.
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Ainda de acordo com Beatriz, embora a cidade não estivesse sendo alvo dos ataques, os barulhos das interceptações das bombas assustaram e chamaram a atenção.
Fonte: GE