Essa conexão já havia sido feita em pesquisas anteriores
Segundo o estudo, pessoas que perdem uma grande quantidade de substância branca (tecido que contém fibras nervosas no cérebro) ao longo da vida apresentam um risco 86% maior de desenvolver comprometimento cognitivo leve. Essa conexão já havia sido feita em pesquisas anteriores.
Contudo, a novidade apresentada pelo trabalho é que essa perda foi significativamente maior para aqueles com diabetes tipo 2, e dessa forma, esse grupo acabou enfrentando um risco 41% maior de desenvolver a condição. Além disso, caso a pessoa tenha diabetes e biomarcadores de placas amiloides (associadas ao Alzheimer), o risco aumenta para 55%.
Isso ocorreu, segundo os pesquisadores, justamente pelo efeito incomum do encolhimento mais rápido que o normal desta região do cérebro após os 50 anos.
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"Essas descobertas destacam que as alterações no volume da substância branca estão intimamente associadas à função cognitiva no envelhecimento, sugerindo que a degeneração da substância branca pode desempenhar um papel crucial no declínio cognitivo", escreveram os autores.
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A diabetes tipo 2 aparece geralmente na fase adulta e é consequência de um mau funcionamento da insulina produzida pelo corpo. Com isso, o pâncreas passa a produzir uma maior quantidade do hormônio para tentar manter a glicose em níveis normais.
Fonte: O Globo