Secretária-executiva do Ministério integrou a programação que abriu o primeiro dia da edição de Brasília do maior festival de mulheres negras da América Latina
A defesa da memória e da reparação histórica em favor da população negra no país, por meio de ações executadas no âmbito do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), foi reafirmado pela secretária-executiva da pasta, Rita Oliveira, no Festival Latinidades. A gestora levou para o evento a mensagem do compromisso ministerial, no primeiro dia do evento, nesta quinta-feira (25), em Brasília (DF).
“Reafirmamos o compromisso do nosso Ministério com a preservação da memória histórica, especialmente, no que diz respeito à escravidão e ao tráfico no Atlântico. Os avanços que conquistamos até hoje são frutos de um trabalho político e cultural intenso, mas é crucial continuar resgatando a memória de um país enriquecido pelo trabalho de mulheres e homens negros”, apontou a secretária.
Na ocasião, a Rita Oliveira mencionou a Coordenação-Geral de Memória e Verdade sobre a Escravidão e o Tráfico Transatlântico, que é uma estrutura do Ministério pensada para trabalhar a memória de resistência, “e a memória que se conecta com a defesa da democracia”, completou a secretária. Além da integrante da pasta dos Direitos Humanos, o primeiro dia do Festival Latinidades contou com a presença da ministra das Mulheres, Cida Gonçalves e de representantes dos Ministérios da Igualdade Racial e das Comunicações.
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FESTIVAL LATINIDADES

Foto: Reprodução/Ricardo Jataum/UNFPA Brasil
Criado em 2008, o Festival Latinidades é considerado o maior festival de mulheres negras da América Latina e reúne, anualmente, todas as regiões brasileiras, com crescente participação internacional em mais de 20 países. O evento é organizado pelo Instituto Afrolatinas, uma organização de mulheres negras brasileiras que atua nas artes, na educação e na gestão cultural.
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Em 2024, o evento já passou por Salvador (BA), pelo Quilombo Mesquita na Cidade Ocidental (GO) e ainda vai passar por São Paulo (SP). Na edição de Brasília deste ano, foi lançado o documentário Afrolatinas: 30 anos em Movimento com a proposta de fazer memória ao Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha que há 30 anos é lembrado em 25 de julho, além de um selo institucional dos Correios.
Fonte: Agência Gov