Surpreenda-se com 3 marcas de sal, azeite e +1 retiradas do Carrefour e Assaí, com proibição urgente da Anvisa
A Anvisa cumpriu o seu dever em proteger a população e os consumidores de riscos à saúde, com uma proibição de 3 marcas populares de alimentos dos Carrefour e Assaí, com graves acusações que poderiam trazer sérias complicações.Como todos sabem, alguns alimentos do dia a dia são indispensáveis pelos brasileiros, e a sua proibição é algo bastante importante de se entender, pois, para as donas de casa, é algo que não pode faltar na mesa.
As informações são do site “prefeitura.sp.com”, o qual informou no dia 08 de março deste ano, que um lote de canela em pó, da marca Kodilar, foi proibido de ser comercializado, pois tinha a presença de pelo de rato e fragmentos de insetos no produto, facilmente encontrado no Carrefour e Assaí em todo o país.
Para aqueles que não sabem, esse animal pode transmitir uma série de doenças, como a Peste bubônica, síndrome pulmonar por hantavírus, leptospirose, entre outras, que podem causar febre, vômito, e em casos mais graves, até mesmo a morte.Até o momento não foram encontradas notas oficiais, tampouco manifestações da empresa a respeito do ocorrido, porém, o espaço continua em aberto para que a mesma possa expor sua versão dos fatos, com a venda desse lote específico ainda sendo proibida.
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Ainda segundo as informações, datadas do dia 05 de julho de 2023, o sal da marca Carrefour, também teve um dos seus lotes proibido de ser comercializado, pois estava com o teor de iodo fora dos padrões aceitáveis, sendo impróprio para consumo.

Através de uma nota oficial, o Carrefour esclareceu a situação, dizendo:“Informamos que realizamos análises recorrentes em todos os nossos produtos de marca própria. O produto citado foi testado em maio deste ano, e, na ocasião, as amostras analisadas estavam dentro dos parâmetros estabelecidos pela Anvisa”, afirmou a marca.

Fotos: Reprodução
E continuou: “Reforçamos ainda que solicitamos imediatamente a retirada do produto do lote 22992 em todas as lojas que o mesmo encontra-se disponível e que estamos em contato com o fornecedor para apurar o fato”, concluiu a empresa.Além disso, com dados do dia 18 de março deste ano, um lote de azeite extra virgem, da marca Vincenzo, precisou ser proibido e recolhido, pois teve um resultado insatisfatório no ensaio de determinação do índice de refração e de iodo.
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Até o momento não foi encontrada nenhuma nota oficial ou posicionamento da Alfa Alimentos, lembrando que o espaço permanece em aberto para que ela possa expor sua versão dos fatos, e a proibição da venda da farinha segue em vigor até hoje, de acordo com o portal.Segundo informações do site “licempre.com”, o registro na Anvisa é obrigatório para as empresas que fabricam e importam produtos alimentícios, farmacêuticos, correlatos, saneantes e cosméticos, devendo ser sempre analisados e passados por uma perícia especializada do órgão para receberem aprovação.
Fonte: Revista Veja