Neste domingo (8/9), completam-se dois anos da morte da rainha Elizabeth II, a monarca mais longeva da história da monarquia britânica
Neste domingo (8/9), completam-se dois anos da morte da rainha Elizabeth II. Carinhosamente apelidada de “Betinha” pelos brasileiros, ela foi a monarca mais longeva da história da monarquia britânica, dedicando-se aos deveres reais por 70 anos.
Em tributo ao seu legado, a família real publicou uma foto (abaixo) da rainha, sorridente, durante uma festa de verão nos jardins do Palácio de Buckingham, em 2019.
Ao longo de seus 96 anos, Elizabeth II ficou conhecida por sua diligência, bravura e devoção ao dever. Foram 70 anos e 127 dias à frente da Coroa britânica, como destacou o portal Insider.
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A família real escreveu na legenda da foto publicada (veja aqui): “Em memória da Rainha Elizabeth II, 1926-2022”.
Do casamento com o príncipe Philip ao longo de mais de sete décadas, a majestade teve quatro filhos, oito netos e 12 bisnetos. Após a sua morte, o primogênito, rei Charles III, assumiu automaticamente o trono do Reino Unido.
Na época, Charles III divulgou um comunicado que refletia o sentimento de milhões de pessoas ao redor do mundo. “Nós estamos em luto profundo com a passagem na nossa querida soberana e mãe amada. Eu sei que a morte dela será sentida por todo o país”, escreveu.
Mesmo com as notícias de piora do quadro de saude da monarca, a morte de Elizabeth II era uma notícia que ninguém estava pronto para receber. A partida da soberana impactou tanto o mundo — e o Brasil — que entrou para a lista dos acontecimentos mais procurados no Google em 2022.
A rainha passou seus últimos momentos em um de seus redutos favoritos, o Palácio de Balmoral, na Escócia. Ao Daily Mail, o secretário particular da rainha, Edward Young, contou alguns detalhes sobre como foi a hora da morte.
“Muito pacífico. Durante o sono. Partiu. Velhice. Ela não teria conhecimento de nada. Sem dor”, descreve ele no documento histórico que, agora depositado no arquivo real.
Segundo o Daily Mail, a morte da rainha foi tão repentina que o rei Charles precisou embarcar às pressas em um helicóptero para Balmoral, enquanto lia os planos para o funeral de sua mãe, o documento conhecido como “London Bridge”. A equipe não teve tempo sequer de preparar o carro para recebê-lo.
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Relatos indicam que Charles e Camilla passaram uma hora com a rainha em particular antes de sua morte. A princesa Anne e a confidente e costureira de longa data de Elizabeth, Angela Kelly, se revezavam ao lado da cama da monarca, junto com o reverendo Kenneth MacKenzie, um ministro de Crathie Kirk, que lia a Bíblia para ela.
Fonte: Metrópoles