John Textor, o mecenas americano, anda sumido. Tão sumido que resolveu desativar a sua conta no Twitter
O Botafogo ganhou da Portuguesa, nessa segunda-feira (27/3), e avançou às finais da Taça Rio, mas não tem motivo nenhum para comemorar. A decisão será domingo (2/4), contra o Audax.
Primeiro porque essa Taça Rio é uma repescagem sem nenhuma relevância no futebol carioca. Mas o que realmente preocupa é a desilusão da torcida botafoguense, que levou faixas de protesto para o estádio Raulino de Oliveira, contra o acionista majoritário do clube, John Textor, contra o diretor de futebol André Mazzuco e contra o técnico Luís Castro.
Os torcedores cobraram Textor com frases como “Cumpra suas promessas”, “CEO?” e “CT?”. Os alvinegros também pediram a saída do treinador português.
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A verdade é que o Mr. Textor, quando aportou por aqui, prometeu fazer do Botafogo um time de respeito. Um time para brigar por tudo. Em determinado momento, até blefou sobre a sua fortuna, dizendo que era mais rico do que o Barcelona.
Na vida real, as coisas não exatamente assim. O Botafogo teve nos últimos meses problemas de salários atrasados e ainda está tentando instituir o Regime Centralizado de Execuções (RCE) para equacionar uma dívida superior a R$ 120 milhões. A situação é bem nebulosa.
John Textor, o mecenas americano, anda sumido. Tão sumido que resolveu desativar a sua conta no Twitter, para não ser incomodado com a pressão dos credores e da torcida.
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