Eduardo Leite, o governador do Rio Grande do Sul, provavelmente enfrentou uma das campanhas mais baixas das disputas estaduais na eleição 2022 quando foi ao segundo turno contra o bolsonarista Onyx Lorenzoni (PL).
Sem novidades, Onyx partiu para uma campanha completamente baixa e baseada em discurso de ódio contra Eduardo Leite, que é gay assumido. Em determinado momento da disputa, Lorenzoni declarou em inserção na TV de que o "povo gaúcho teria uma primeira-dama de verdade".
O tucano quebrou uma regra do eleitor gaúcho e se reelegeu governador do Rio Grande do Sul e ainda por cima impôs uma derrota ao candidato bolsonarista Onyx Lorenzoni.
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Apesar de ter se colocado como oposição ao governo e ao candidato Bolsonaro (PL) na disputa presidencial, Leite optou por permanecer neutro no segundo turno, o que gerou muita crítica do campo progressista, que votou nele no segundo turno.
Além de governar o Rio Grande do Sul, Eduardo Leite também assumiu a presidência do PSDB. Em entrevista à Folha, Leite reconhece que "o momento do PSDB não é fácil, mas talvez nunca tenha sido tão importante fortalecermos e termos o PSDB no cenário político nacional [...] o PSDB precisar usar o momento de crise como oportunidade para fazer a revisão do seu programa".
Em outro momento, Eduardo Leite sinaliza que o PSDB deve dialogar com o governo Lula ao invés de fazer "oposição destrutiva". "A gente quer ajudar a fazer com que o país vá melhor", ponderou Eduardo Leite.Por fim, Eduardo Leite afirmou que Bolsonaro deve ser investigado pela tentativa de golpe no dia 8 de janeiro.
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"Não posso afirmar de maneira objetiva o envolvimento de Bolsonaro, mas seguramente posso dizer que no mínimo não cumpriu o que se esperava moralmente de um ex-presidente da República de buscar apaziguar os ânimos. Ele não cumpriu com essa função e merece as investigações sobre o seu envolvimento ou não".
Fonte: Revista Fórum