Técnica da seleção teve contrato renovado ainda em 2021até agosto de 2024, mas não tem unanimidade no grupo
A inesperada e melancólica eliminação do Brasil na Copa do Mundo da Austrália e Nova Zelândia, no empate em 0 a 0 com a Jamaica, nesta quarta-feira, em Melbourne, levanta a questão mais comum no futebol em caso de fracasso: a técnica será mantida ou não.
Se for levada em conta só a questão contratual, Pia Sundhage continuará o trabalho à frente da seleção brasileira. Em janeiro de 2021, o então presidente da CBF Rogério Caboclo renovou o vínculo da sueca por mais dois anos — o contrato inicial terminaria em agosto daquele ano. Assim, ele garantiu a permanência da treinadora para o Mundial e os dois Jogos Olímpicos.
Pelas palavras da técnica após a eliminação, ela cumprirá seu contrato até o fim. Antes de o Mundial começar, esta também era a intenção do atual presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues.
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—Quanto a mim, meu contrato encerra-se no dia 30 de agosto do ano que vem — disse ao ser perguntada sobre o futuro.
A sueca Pia Sundhage, bicampeã olímpica com a seleção dos Estados Unidos, chegou ao Brasil para recolocar a seleção brasileira na primeira prateleira do futebol feminino. Em quatro anos de trabalho, ela não conseguiu tal feito, mas houve evolução nos processos da equipe.
Porém, Pia não parece ter unanimidade no elenco do Brasil. A zagueira Rafaelle defendeu mudanças na comissão técnica.
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—Eu acho que temos que pensar o que é melhor para o futebol feminino. Se tiver alguém com mais condição, com mais qualidade, o futebol feminino merece isso – disse a zagueira, em zona mista.
Fonte: GE