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Empregados sem carteira assinada chegam ao maior número da série histórica, diz IBGE
Foto: Reprodução

O número de empregados sem carteira assinada no Brasil é o maior de toda a série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, que começou em 2012. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (28/02) pelo IBGE.

 

Em números absolutos, são 13,2 milhões de trabalhadores sem registro em carteira, uma alta de 0,2% em relação ao trimestre anterior. Em relação ao mesmo período de 2021, o aumento foi de 6,4%.

 

O IBGE também divulgou nesta terça-feira os dados da média anual de empregados sem carteira assinada, que mostra que o contingente também aumentou entre 2021 e 2022. O aumento foi de 11,2 milhões para 12,9 milhões de pessoas, também o maior patamar da série histórica.

 

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“Nos últimos dois anos, é possível visualizar um crescimento tanto do emprego com carteira quanto do emprego sem carteira. Porém, é nítido que o ritmo de crescimento é maior entre os sem carteira assinada”, explica a coordenadora de Trabalho e Rendimento do IBGE, Adriana Beringuy.

 

DESEMPREGO NO BRASIL


A taxa de desemprego no Brasil caiu para 7,9% no trimestre móvel de outubro a dezembro de 2022, segundo o IBGE. É a menor taxa para o mesmo trimestre de referência desde 2014, quando foi de 6,6%, e a menor para todos os trimestres desde dezembro-janeiro-fevereiro de 2015, quando a taxa foi de 7,5%.


Além disso, o IBGE divulgou a taxa média anual de desemprego para o ano de 2022, que foi de 9,3%. É o menor patamar médio anual desde 2015.Em números absolutos, a população desocupada chegou a 8,6 milhões de pessoas no trimestre encerrado em dezembro. Trata-se de um recuo de 9,4% contra o trimestre terminado em setembro, ou 888 mil pessoas a menos entre os desocupados. A queda chega a 28,6% quando comparado ao mesmo período de 2021, o que representa 3,4 milhões de pessoas a menos.

 

Para o IBGE, são classificadas como desocupadas as pessoas sem trabalho que geram rendimentos para o domicílio nessa semana, que tomaram alguma providência efetiva para consegui-lo no período de referência de 30 dias e que estavam disponíveis para assumi-lo na semana de referência.


Veja os destaques da pesquisa.

 

Taxa de desocupação: 7,9%


População desocupada: 8,6 milhões de pessoas


População ocupada: 99,4 milhões


População fora da força de trabalho: 65,9 milhões


População desalentada: 4 milhões


Empregados com carteira assinada: 36,9 milhões


Empregados sem carteira assinada: 13,2 milhões


Trabalhadores por conta própria: 25,5 milhões


Trabalhadores domésticos: 5,8 milhões


Trabalhadores informais: 38,6 milhões

 

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Taxa de informalidade: 38,8%

 

Fonte: G1

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