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Enfermeira é condenada a três penas de prisão perpétua pela morte de 17 pacientes nos EUA
Foto: ReproduçãoHeather Pressdee administrou quantidades excessivas de insulina a 22 pacientes, incluindo alguns que não eram diabéticos, durante turno da noite

Uma enfermeira da Pensilvânia (EUA) que administrou doses letais ou potencialmente letais de insulina a vários pacientes se confessou culpada de três acusações de homicídio.

 

Heather Pressdee, de 41 anos, foi condenada a três sentenças consecutivas de prisão perpétua e outra pena de até 760 anos de reclusão, durante audiência em Butler, a 48 quilômetros de Pittsburgh. Ela desempenhou um papel importante na morte de pelo menos 17 pacientes que viviam em cinco unidades de saúde em quatro condados da Pensilvânia entre 2020 e 2023, de acordo com a Promotoria.

 

As 22 (cinco casos ainda estão pendentes) vítimas no total tinham idades entre 43 e 104 anos. Colegas de trabalho questionavam frequentemente a conduta de Heather e disseram que ela frequentemente demonstrava desdém pelos seus pacientes e fazia comentários depreciativos sobre eles, disseram autoridades, segundo o "NY Post".

 

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A americana, que escapou da pena de morte, declarou-se culpada de três acusações de homicídio em primeiro grau e 19 acusações de tentativa de homicídio. Ela foi inicialmente acusada em maio de 2023 de matar dois pacientes de uma casa de repouso e ferir um terceiro residente. Uma investigação mais aprofundada levou a dezenas de outras acusações contra ela. Durante uma audiência em fevereiro, na qual discutiu com seus advogados, a enfermeira indicou que queria se declarar culpada.

 

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Promotores apresentaram em tribunal uma narrativa que aponta que Heather administrou quantidades excessivas de insulina a 22 pacientes, incluindo alguns que não eram diabéticos. Ela normalmente administrava a insulina durante os turnos noturnos, quando o pessoal era reduzido e as emergências não provocavam hospitalização imediata. A maioria dos pacientes morreu logo após receber a dose de insulina, ou algum tempo depois. 

 

Fonte: O Globo

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