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Entenda a 'supersemana' da agenda econômica no fim de ano
Foto: Reprodução

Semana tem divulgações importantes sobre inflação e juros, e também votação dos nomes indicados para compor a diretoria do Banco Central

O time especialista em beleza do TV Foco traz uma dica para quem prefere cobrir os fios brancos de forma natural. O cacau em pó é uma opção que ajuda a tingir as madeixas, além de recuperar o brilho do cabelo.Esta é a última semana para consolidar os dados macroeconômicos necessários à condução da política monetária e de benefícios sociais.

 

Além disso, deve indicar se o governo federal será capaz de seguir os objetivos definidos pela meta inflacionária.O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulga, nesta terça-feira (10/12), dados referentes a novembro do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país, e do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), indicador que serve de referência para o reajuste do salário mínimo e de benefícios sociais.

 

O IPCA está em 4,76% no acumulado de 12 meses até outubro — valor acima do teto da meta. A meta inflacionária para 2024 é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima e para baixo (4,5% e 1,5%).

 

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Em outubro, a inflação cresceu 0,56%, puxada pela alta dos preços da energia elétrica (4,74%) e das carnes (5,81%). Enquanto o INPC teve alta de 0,61% — 0,13 ponto percentual acima do resultado observado em setembro (0,48%).

 

Na mesma terça, o Copom tem o primeiro dia de reuniões para debater a taxa básica de juros, a Selic, válida pelos próximos 45 dias. Na quarta-feira (11/12), a diretoria do BC decide o valor final da Selic para 2024. Esta é a oitava e última reunião do colegiado neste ano.

 

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O encontro ocorre em meio à guinada da inflação, alimentada por um cenário de valorização da taxa de câmbio (o dólar) frente ao real — que ultrapassou a marca dos R$ 6 — e pela forte reação negativa do mercado financeiro após o anúncio do pacote de revisão de gastos do governo Lula (PT) e uma futura reforma da renda, que pretende isentar o Imposto de Renda para quem recebe até R$ 5 mil por mês.

 

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O Banco Central tem a tarefa de manter a inflação dentro da meta estipulada pelo Conselho Monetário Nacional (CNM). No momento, uma alta na taxa de juros é esperada devido à pressão inflacionária atual.

 

Fonte: Folha de São Paulo

 

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