Vini Jr. antes de Espanha x Brasil
A organização FARE Network fiscalizará possíveis atos racistas no amistoso entre Espanha e Brasil, disputado às 17h30 (de Brasília) desta terça-feira, no estádio Santiago Bernabéu, em Madri.
A FARE é uma rede de entidades que atua há mais de 20 anos no combate ao racismo na Europa.
O amistoso entre as seleções tem a temática "uma só pele", em alusão ao combate a discriminação. O duelo foi agendado entre as federações após o atacante Vini Jr ser alvo de ofensas racistas na Espanha.
Veja também

Grêmio confirma desfalque de Geromel e retorno de Soltedo
Zico oferece CT a Gabigol durante suspensão por fraude em doping
De acordo com comunicado da CBF, inspetores da organização poderão ser consultados antes, durante e depois do jogo e irão avaliar e interpelar cantos, faixas ou símbolos discriminatórios que podem vir a acontecer.
Caso aconteçam atos racistas, há um procedimento de três etapas que permite aos árbitros:
1) Interromper o jogo, seguido de um anúncio do estádio para que parem as ofensas;
2) suspender o jogo, enviando os jogadores aos vestiários, seguindo de um anúncio do estádio com a necessária explicação e pedido de que as ofensas cessem;
3) abandonar o jogo, seguido de um anúncio do estádio com a necessária explicação e pedido de saída do estádio. Após a partida, o incidente será relatado à FARE e reportado à FIFA.
De acordo com comunicado da CBF, a entidade se reuniu com FARE na segunda-feira com o objetivo de avaliar o cenário da partida. Chegou-se à conclusão de que é "pouco provável" que haja comportamentos discriminatórios, em razão do grande número de famílias presentes no estádio e o fato da partida ser realizada no Santiago Bernabéu, casa do Real Madrid, onde atua o Vini Jr.
Curtiu? Siga o PORTAL DO ZACARIAS no Facebook, Twitter e no Instagram.
Entre no nosso Grupo de WhatApp e Telegram
Após a reunião, a FARE Network enviou um documento com orientações à comissão técnica e aos jogadores, de forma a auxiliá-los na observação, identificação e reporte imediato dos atos racistas.
Fonte: GE