Cientistas modificaram bactérias que conseguem combater as espinhas sem alterar o microbioma da pele
Se você tem problemas com espinhas, saiba que a ciência está trabalhando em um tratamento que, uma vez aplicado, trabalha sozinho para manter sua pele limpa e livre da acne.Se você tem problemas com espinhas, saiba que a ciência está trabalhando em um tratamento que, uma vez aplicado, trabalha sozinho para manter sua pele limpa e livre da acne.
Se você tem problemas com espinhas, saiba que a ciência está trabalhando em um tratamento que, uma vez aplicado, trabalha sozinho para manter sua pele limpa e livre da acne.A bacteria foi modificada com a tecnologia e devolvida à pele para viver entre as demais. Ela secreta isotretinoina, um remédio derivado de vitamina A que é usado para tratar acne grave e resistente a outras terapias.
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Ela foi testada com sucesso em camundongos e agora os pesquisadores querem aplicá-las em pessoas para avaliar sua eficácia. Eles também já pensam em usar as bactérias para tratar outras doenças de pele.As bactérias também são capazes de produzir a isotretinoina, substância que secretam de forma contínua e que combate a oleosidade da pele sem alterar o bioma da região.
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A acne é uma doença comum da pele causada pelo bloqueio ou inflamação dos folículos pilossebáceos, que produzem pelos e gorduras para a pele. Formando espinhas e cravos nos casos mais simples, a acne pode gerar até pústulas e nódulos em casos mais graves, atingindo as partes do corpo onde há mais destes folículos: rosto, tórax, costas e ombros. Embora a acne seja mais comum entre adolescentes, ela pode afetar pessoas de todas as idades.
Fonte: Veja