Uma congolesa, 50, que chegou nos Estados Unidos como refugiada, morreu após passar nove anos com um feto calcificado preso em seu abdômen. A condição rara é conhecida como litopédio ou “bebê de pedra”. As informações são do portal The Sun.
A mulher deu entrada em um hospital norte-americano se queixando de fortes cólicas estomacais, indigestão e sensação de gorgolejo após comer.
Durante a realização de alguns exames, a equipe médica constatou que um feto morto de 28 semanas estava alojado na parte superior do abdômen da paciente e isso estava pressionando o seu intestino.
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Ao ser informada sobre o caso, a congolesa se recusou a realizar um procedimento cirúrgico, porque, segundo ela, “não teria coração para isso”.
Em relatou ao Journal of Medical Case Reports, os médicos que atenderam a paciente afirmaram que ela acreditava ter sido vítima de um “feitiço” praticado por alguém na Tanzânia, na África.
A mulher ainda relatou aos médicos que, quando procurou os profissionais de saúde no campo de refugiados após ter percebido que tinha perdido o bebê, foi acusada de ter usado drogas e matado a criança que esperava.
Por conta disso, ela ficou com receio de procurar um tratamento médico.
Depois de um ano e dois meses do atendimento no hospital, a congolesa morreu de desnutrição, pois o feto calcificado impedia que o seu intestino absorvesse os nutrientes vitais.
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CONDIÇÃO RARA
Há apenas 290 casos registrados de litopédio no mundo. A ocorrência mais conhecida foi a da francesa Madame Colombe Chatri. Ela morreu em 1582 com um feto calcificado totalmente desenvolvido de 28 anos preso em sua cavidade abdominal.
Fonte: Revista Isto É