Marcos Jeremias divulga cargta de repúdio após ser vítima de crime político como diretor-presidente do Iaja
O ex-diretor-presidente e coordenador de projetos do Instituto de Articulação de Juventude da Amazônia (Iaja), Marcos Jeremias dos Santos Rodrigues, encaminhou nota de repúdio ao 'PORTAL DO ZACARIAS', denunciando crime de violência política à sua pessoa, em decorrência de atos convocatórios do Conselho Fiscal e de Assembleia Geral Extraordinária, realizados no dia 16 deste mês.
O denunciante afirma que as convocações foram assinadas por Adria Nicolle Moura e que de maneira genérica, irregular e sumária, a assembleia decidiu pela sua exclusão dos quadros da direção do Instituto.
Jeremias Rodrigues foi acusado de agressão contra um membro do Instituto, mas repudia tal denúncia contra sua pessoa e destaca que na Ata de Deliberação, não consta o nome da suposta vítima e o tipo de agressão que a pessoa sofreu, numa violação aos Direitos Humanos, direito ao contraditório e ampla defesa no curso do processo legal administrativo.
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Entre as denúncias de nomes e fatos que constam em sua Nota de Repúdio, Marcos Jeremias Rodrigues, expõe que começou a ser vítima de crime político dentro da Iaja, quando descobriu desvio de recursos e passou a se negar a fazer transferências determinadas pela secretária Nacional de Mulheres do PT, Anne Carolynne Moura de Souza.
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Anne Karolynne Moura é acusada de articular exclusão de
Marcos Jeremias e de irregularidades na transferência
de recursos públicos do Iaja (Foto: Divulgação)
Na Nota de Repúdio em que faz as denúncias, Marcos Jeremias, confirma que hoje se sente traído pela sua própria percepção de ter trabalhado muito durante anos e conseguido grandes avanços, acreditando se tratar de um projeto político com finalidades públicas e voltadas à juventude na Amazônia.
O denunciante se diz desvalorizado e desacreditado pelos seus próprios pares no Instituto no qual Anne Karolyne Moura o considera apenas “um CPF cancelado”.
Mas quando ainda estava como diretor-presidente, ele sabe do grande trabalho que foi realizado e no cargo de coordenador de Projetos do Instituto de Articulação de juventude da Amazônia.
VEJA A NOTA DE REPÚDIO NA ÍNTEGRA:

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A resposta do IAJA e a defesa de Anne Moura Por outro lado, a atual diretoria do IAJA, sob a presidência interina de Samara Pantoja Marinho, divulgou uma nota explicando a decisão de expulsão de Marcos Rodrigues. A nota, assinada por Samara, alega que a expulsão foi baseada em motivos de “conhecimento amplo e interno” e que a decisão foi tomada de forma legítima e regida pelo estatuto do instituto. No entanto, a nota não especifica quais seriam os “motivos internos” que levaram à exclusão de Rodrigues, o que tem gerado ainda mais especulação sobre a situação. A defesa jurídica do IAJA, conduzida pelo advogado Silas Ezequiel de Oliveira Franco, também afirmou que tomaria as “medidas cabíveis” caso as acusações de Rodrigues fossem veiculadas de forma indevida nas redes sociais e na imprensa. A diretoria do IAJA ainda ressaltou que as tratativas internas são protegidas por sigilo e que a decisão foi tomada para proteger a “saúde financeira e moral da instituição”.