Prefeito Anderson Souza é acusado de desvios do dinheiro não recolhido a Previdência Social
Por Xico Nery, correspodente do "PORTAL DO ZACARIAS" no interior do Amazonas - Prefeitos amazonenses podem estar envolvidos com supostas aplicações feitas com dinheiro dos servidores dos seus municipais não recolhidos à Previdência Social. O dinheiro - segundo fontes - há décadas, estaria em fundos de investimentos duvidosos que podem levar os municípios a rombos imprevisíveis.
Conselheiros fiscais - que já ocuparam cargos em Institutos Municipais de Previdência (IPMs) no Amazonas - admitiram ao “PORTAL DO ZACARIAS" citaram o caso do Instituto de Previdência de Rio Preto da Eva (Rioprev), como um mal exemplo aos demais ao apresentar um rombo de cerca de R$ 16 milhões, acrescidos de R$ 24 mil subtraídos da Câmara de Vereadores e R$ 54 mil, do Serviço Autônomo de Águas e Esgotos (SAAE).
Os supostos desvios do dinheiro não recolhido a Previdência Social do país, de acordo com conselheiros do Rioprev, “envolvem diretamente a gestão do prefeito Anderson Souza” (mais conhecido com o prefeito Ostentação devido a vida que levaria de luxo, e cara). Os relatórios apontam ainda, que 1.200 servidores do município podem ter as aposentadorias comprometidas, no futuro.
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Fontes indicam ainda, que prefeitos amazonenses - a exemplo de José Anderson de Sousa, de Rio Preto da Eva, ora questionado por um suposto rombo de R$ 16 milhões nos cofres da Previdência Municipal - como os demais, ele pode ser multado e preso caso sejam comprovadas aplicações feitas com recursos do Rioprev em fundos duvidosos que prometiam até 3% ao mês do valor disponibilizado”.
Um ex-Técnico Contábil da Prefeitura de Rio Preto da Eva revelou, contudo, que operações da Polícia Federal podem ser pedidas ao Ministério Público Federal (PF) e Secretarias de Controle Externo dos Tribunais de Contas do Estado e da União (TCE-TCU) para investigar prefeitos envolvidos, “como nos casos de José Anderson de Sousa (Rio Preto da Eva), Gean Campos Barros (Lábrea), Raimundo Nonato Rodrigues Afonso (Pauini), José Roberto Torres de Pontes (Canutama), Gamaliel Andrade de Almeida (Tapauá), Reginaldo Nazaré Costa (Anori), Simão Peixoto de Lima (Borba), Lúcio Flávio do Rosário (Manicoré), Mário Jorge Bouez Abrahim (Itacoatiara), José Roberto Frederico Paes Júnior (Novo Airão), Augusto Ferraz (Iranduba) e outros passíveis de investigações.
APLICAÇÕES PELO BRASIL
Um dos fundos mais procurados por prefeitos de todo o País, e que pode ter levado municípios a rombos incalculáveis a servidores, teria causado dívidas de até R$ 15 milhões, segundo informações, somente na prefeitura de São Gonçalo do Amarante, no estado do Rio Grande do Norte (RN).
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À época (2021), Institutos de Previdência Municipais (IPMs), por seus conselheiros fiscais - como ocorreu em Rio Preto da Eva, a 80,2 quilômetros da Capital Manaus - “já temiam perdas com impacto diretamente nas aposentadorias dos servidores, no futuro". Porém, muitas prefeituras continuariam a operar ainda com fundos que gerariam lucratividade duvidosa.