Por Xico Nery, correspodente do "PORTAL DO ZACARIAS" no interior do Amazonas - Mais que atos de insurbodinação é o que estão promovendo bolsonaristas em órgãos ambientais e dos povos originários do Brasil no sul do Estado ao zombarem de petistas ligados ao presidente Lula no Amazonas”.
Foi o que afirmaram lideranças indígenas, extrativistas, ribeirinhos, pescadores, professores e petistas do sul do Estado, após verificarem que protegidos do deputado Átila Lins (PSD) e do senador Eduardo Braga (MDB) foram mantidos pelo atual Governo nos antigos cargos-chaves sob indicação de Jair Bolsonaro.
Depois de promover a exoneração em massa de cargos ocupados por bolsonaristas na estrutura do Ministério do Meio Ambiente e Condição Climática (MMA-CC), Ministério dos Povos Originários do Brasil, na antiga Fundação Nacional do Índio (Funai), Ibama e órgãos vinculados, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva estaria sendo travado por servidores dentro do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBIO), lotados no órgão nos estados do Acre, Rondônia e Amazonas.
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Segundo informações obtidas sob condição de anonimato por parte de estagiárias que teriam sido assediadas sexualmente pelo ainda gestor da Unidade Avançada do ICMBIO nos rios Ituxi e Médio Purus, José Maria Ferreira, o referido servidor, que é ligado ao colega Paulo Vonei (PT-Rio Branco), seria o responsável pela manutenção de bolsonaristas nas unidades de Lábrea e Reservas Extrativistas e Bilológicas. Seria dele relatórios internos que atestariam a idoneidade de servidores, mesmo estes estando envolvidos em irregularidades administrativas.
Apesar da decisão do presidente Lula de "desbolsonarizar" o Governo em órgãos ambientais e vinculados aos ministérios do Meio Ambiente e dos Povos Originais, entre os quais, o ICMBIO e a Funai, a Unidade Avançada do ICMBIO de Lábrea (+ REBIO Médio Purus), do Incra (Humaitá), Careiro Castanho, o Distrito Sanitário Indígena DSEI, Secretaria de Saúde Indígena (Sesai) e outros setores do Governo Federal no sul do Estado, ainda são ocupados por bolsonaristas-raízes em cargos estratégicos.
É o caso do atual gestor, José Maria Ferreira, e da ex do órgão, Wanderleide Ferreira de Souza, na mesorregião do Purus. Ambos ainda continuam à frente da Unidade Avançada do ICMBIO, sob a proteção de parlamentares do Estado.
OS CRIMES
Durante os quatro anos do Goverbo Jair Bolsonaro, mais que dobraram os crimes ambientais, entre os quais, invasões de terras da União, queimadas e desmatamentos em áreas de proteção ambiental indígena e de assentamentos sob a repsobnsbailidade do Incra, no sul do Estado. O roubo de madeiras nobres e em extinçao (Castanheira, Mogno, Angelim-Pedra, Rouxinho e outras espécies) foram derrubadas e viraram cerca de fazendas em Rondônia, Pará, Mato Grosso, Sul e Sudeste do País.
“Ninguém foi preso ou multado”, revelaram petistas da cidade de Apuí, na Transamazônica, como o dono de uma fazenda e madeireira reincidente localizada no quilômetro 60, da BR-230, em direção ao município de Lábrea.
ICMBIO DE LÁBREA
As demissões anuniadas pelo presidente Lula em órgãos federais no Amazonas, e principalmente no sul do Estado, ao que parece não estão valendo, especialmente para os órgãos de controle sediados nos municípios de Boca do Acre, Pauini, Canutama, Lábrea, Tapauá, Beruri, Humaitá e Manicoré.
De acordo com parte das Executivas Municipais do Partido dos Trabalhadores (PT) no sul do Estado, prefeitos que apoiaram Jair Bolsonaro e o então candidato ao Senado, coronel Menezes (PL)m, “acamparam em Brasília, na tentativa de segurarem aliados em orgãos do Governo Federal no Amazonas”. É o caso do prefeito e madeireiro Gean Campos de Barros (MDB), aliado do deputado federal Átila Lins (PSD) e do senador Eduardo Braga (MDB), que abriram portas a bolsonaristas nos municipios do Purus.
Gean Barros, desde o primeiro nandato de prefeito, através dos dois parlamentares amazoneses, controla as regionais da antiga Fundação Nacional do Índio (Funai) e da Unidade Avançada do ICMBIO com jurisdição em Reservas Extrativistas e Biologicvas da mesorregião amazonense do Purus. São dele as indicações para os cargos de direção do Distrito Sanitário Indígena (DSEI), Secretaria de Saúde Indígena (Sesai) e de outros órgãos vinculados, uma vez que os imóveis onde funcioam esses órgãos são de sua propriedade e de aliados.
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É o caso da permanência no cago do atual gestor da Unidade do ICMBIO, José Maria, e da sua antecessora, Wanderleide Ferreira de Souza. Segundo denúncias feitas ao Ministério Público Federal (MPF), “o casal continua em serviço, mesmo sob investigação de denúncias de abuso de autoridade, torturas a ribeirinhos e apreensões ilegais. As denúncias foram feitas por moradores que se declaram vítimas desses atos ilegais.