A manifestação na frente da DIP pediu Justiça pela morte violenta da professora Denilza
Familiares, colegas de profissão, estudantes e a sociedade em geral participaram da manifestação de protesto e pedindo Justiça pelo assassinato da professora Denilza da Silva Pereira, de 60 anos de idade,
O crime aconteceu na última segunda-feira, 4, quando a educadora, que lecionava nas redes Estadual e Municipal, foi encontrada morta por estrangulamento em sua casa no município de Novo Aripuanã, distante 228 quilômetros de Manaus.
Os manifestantes percorreram ruas do município e o movimento de protesto foi para a frente da 73ª Delegacia Interativa de Polícia (DIP) de Novo Aripuanã. Heloíza Pereira, filha da vítima, usou o microfone para falar sobre a morte brutal da mãe dentro da própria casa.
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Faixas e cartazes empunhados pelos participantes
da manifestação nas ruas do município
SOCIEDADE REVOLTADA
Alunos, amigos e colegas de magistério da professora Denilza, seguravam cartazes e apesar da grande quantidade de pessoas participando do ato, a manifestação transcorreu o tempo todo, de forma pacífica, com policiais civis e militares, posicionados na frente da DIP.
O autor do assassinato, identificado como “Álvaro”, matou a professora estrangulada dentro da casa da vítima, no bairro do Raizão, na segunda-feira de madrugada e na terça-feira, 5, ele foi preso quando trabalhava em uma balsa, nas margens do rio Aripuanã.

Heloíza Pereira, filha da professora assassinada,
cobra justiça na frente da 37ª DIP
ASSASSINO CONFESSOU O CRIME
Segundo o delegado titular, Ramon Sampaio, o homem confessou a autoria do crime e confirmou que teria conhecido a vítima em um bar, e teria se relacionado com ela de domingo para segunda-feira.
O assassino contou, ainda, que na madrugada de segunda-feira, houve uma discussão entre eles que resultou na morte da professora.

"Álvaro", o assassino, foi preso na terça-feira,
um dia após matar a professora Denilza
Pereira (Fotos: Divulgação)
“Ele a enforcou e cessou apenas quando percebeu que a vítima estava sem consciência. O homem ainda dormiu na residência e foi embora na manhã de segunda-feira, antes que a filha da vítima chegasse no local”, disse o delegado.
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A manifestação na frente da 37ª DIP foi encerrada no começo da noite, o altor do feminicídio, teve a prisão em flagrante convertida em prisão preventiva, e de acordo com familiares da professora assassinada, o delegado confirmou que ele está à disposição da Justiça.
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