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Filha de Bruce Willis desabafa sobre diagnóstico de demência do pai
Foto: Reprodução

Tallulah Willis, de 29 anos, revela que astro de 68 anos ainda mantém a mobilidade e sabe quem ela é

Tallulah Willis, de 29 anos, abriu o coração sobre o diagnóstico de demência frontotemporal do pai, Bruce Willis, de 68. Em uma entrevista, ela, que é fruto da união do ator com Demi Moore, falou sobre a jornada emocional que vem vivendo desde que a família soube do estado de saúde do astro da franquia Duro de Matar, há quatro meses.

 

"Eu sabia que algo estava errado há muito tempo. Tudo começou com uma espécie de indiferença vaga, que como família atribuímos à perda auditiva de Hollywood: 'Fale alto! Duro de Matar mexeu com a audição do papai'", contou ela à Vogue americana, revelando que acreditava que indiferença do pai fosse resultado de uma preferência pelas irmãs mais novas, Mabel, de 10, e Evelyn, de 9, com a esposa Emma Heming Willis, de 44.

 

Tallulah revelou que lutava contra a disformia corporal e anorexia enquanto o pai travava uma outra batalha. "Admito que enfrentei o declínio de Bruce nos últimos anos com uma parcela de evitação e negação da qual não me orgulho. A verdade é que eu também estava muito doente para lidar com isso", explicou ela, que tenta registrar tudo que pode sobre o pai enquanto pode.

 

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Foto: Reprodução

 

"Toda vez que vou à casa do meu pai, tiro toneladas de fotos - de tudo o que vejo, do estado das coisas. Sou como um arqueólogo, procurando tesouros em coisas às quais nunca prestei muita atenção. Tenho todas as mensagens de voz dele salvas em um disco rígido. Acho que estou tentando documentar, construir um registro para o dia em que ele não estiver lá para me lembrar dele e de nós", afirmou a influencer, que tem ainda as irmças Rumer, de 33, e Scout, de 30, também com Demi.


Tallulah também diz que o pai, apesar do declínio de sua saúde, ainda tem vigor físico. "Hoje em dia, meu pai pode ser encontrado com segurança no primeiro andar da casa, em algum lugar no grande plano aberto da cozinha-sala de jantar ou em seu escritório. Felizmente, a demência não afetou sua mobilidade", revelou.

 

"Ele ainda sabe quem eu sou e se ilumina quando entro na sala. (Ele pode sempre saber quem eu sou, mais ou menos um dia ruim ocasional. Uma diferença entre demência frontotemporal e a demência do Alzeimer é que, pelo menos no início da doença, o primeiro é caracterizado por déficits motores e de linguagem, enquanto o último apresenta mais memória perda)", explicou ela. "Continuo oscilando entre o presente e o passado quando falo sobre Bruce: ele é, ele era, ele é, ele era. Isso porque tenho esperanças para meu pai que reluto em abrir mão", desabafou.

 

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Fonte: Revista Quem

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