Por Xico Nery, correspodente do "PORTAL DO ZACARIAS" no interior do Amazonas - Funcionários do Hospital Regional de Lábrea (HRL), município a 852,1 quilômetros de Manaus, continuam inconformados com a insistência das empresas que assumiram a nova gestão do estabelecimento de saúde e que insistem e não pagar os salários no mês trabalhado.
Segundo funcionários, os atrasos ocorrem ao menos seis meses desde que o prefeito Gean Campos de Barros (MDB), acabou com a gestão de saúde compartilhada com o Governo do Estado. A medida, conforme dados do período do destrato, “levou o sistema municipal a entrar, praticamente, em colapso”.
“Estão sem os salários técnicos de enfermagem, seguranças, recepcionistas, motoristas e outros profissionais contratados das três empresas prestadoras de serviços de saúde e gestão hospitalar”, apontam funcionários ainda inconformados com a suposta inércia das autoridades responsáveis pela celebração dos contratos.
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Dos 13 vereadores, apenas 2 se manifestaram
em intermediar a crise dos salários em Labrea
Na última sexta-feira, 3/05, o grupo informou que uma comissão reuniu com vereadores da cidade na Escola estadual “Presidente Vargas” a fim de encontrar uma alternativa para botar fim nos atrasos dos salários. Além de discutir melhorias à condição atual de trabalho, saúde, alimentação, aquisição de EPI e segurança salarial.
Ao final das 72 horas para uma resposta plausível à categoria, os políticos não divulgaram nenhum comunicado sobre o assunto. A Câmara de Vereadores, inclusive, os membros da Comissão Municipal de Saúde (CMS), “se quer emitiu nota informando os resultados das intermediações prometidas junto ao prefeito, Gean Campos de Barros (MDB) e ao governador, Wilson Lima (União Brasil).
Com dificuldades para sustentar as famílias e com as contas chegando no final do mês já trabalhado, os funcionários enviaram ao “PORTAL DO ZACARIAS” um vídeo que atesta “a necessidade de as empresas resolverem a questão, antes que o caso seja levado às autoridades”.
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- Um subgrupo demonstrou interesse em denunciar a situação dos salários, descontos em folha das contribuições previdenciárias, do FGTS e do Imposto de Renda (IR) ao Ministério Público do Trabalho (MPT-AM) e outra seção mais radical, quer ir ao Ministério Público de Contas (MPC-AM), informaram interlocutores junto ao Hospital Regional de Lábrea (HRL).
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